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segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

SAGRADA FAMÍLIA

A Santidade, A Nobreza e a Hierarquia – da Sagrada Família! 



Paradoxo: Príncipe e operário
Um outro paradoxo foi também colocado pelo Criador nas complexidades desta nobilíssima
ordem hierárquica.
São José era o representante da Casa mais augusta que houve em todos os tempos, pois, enquanto de outras Casas nasceram reis, da Casa de Davi, nasceu um Deus. E os únicos cortesãos à altura dessa Casa são os Anjos do Céu.
Porém, ainda por desígnio divino, tal chefe da Casa de Davi era, ao mesmo tempo, trabalhador manual, um carpinteiro. E também Nosso Senhor Jesus Cristo exerceu essa atividade antes de iniciar sua vida pública.
Deus quis assim que as duas pontas da hierarquia temporal se ligassem naquele que é o Homem-Deus. NEle está a condição de príncipe real da Casa de Davi, de pretendente ao trono de Israel. Mas esta condição coexiste com a de mero carpinteiro, operário, no extremo oposto da escala social.
Esta coexistência de perfeições, em ambos os aspectos – tanto no de Criador-criatura como no outro, incomparavelmente menor, de rei-operário – reúne os extremos para reforçar a coesão dos elementos intermediários da hierarquia, unindo tais elementos pela união dos extremos.
Assim, a sacrossanta hierarquia no interior da Sagrada Família não nos aparece apenas como um conjunto de cimos tão altos que a nossa vista física e mental custa a alcançar. 
Ela representa também um amplexo hierárquico, desigual mas afetuoso, entre todos os degraus da ordem social.
De tal maneira que, aquele que ocupa lugar mais alto abraça afetuosamente o que está mais baixo e diz: “Enquanto natureza humana somos todos iguais”.
Amor desinteressado à Hierarquia
Escolhi o exemplo de São José, de Nossa Senhora e de Nosso Senhor Jesus Cristo para que se compreenda a hierarquia no que ela tem de mais puro, de mais límpido, de mais perfeito, na qualnão há egoísmo nem pretensão.
Porque existe esse puro amor de Deus, o qual gera amor às várias hierarquias, sem a preocupação de ser muito, de fazer muito ou de poder muito. É amar a hierarquia por amor de Deus.
As almas que têm o verdadeiro senso da hierarquia amam deste modo os que lhes são superiores.
A palavra “majestade” tem para elas um sentido, um mistério, um lumen especial que torna respeitáveis e veneráveis os reis e imperadores, mesmo quando estes, por seus defeitos pessoais, não merecerem a homenagem que lhes é prestada por serem quem são.
Mas se, para aquilo a que foram chamados, em algo correspondem, esse algo, por pequeno que seja, é como o aroma de uma flor incomparável da qual se tira uma gota, cujo perfume produz sobre o homem reto um efeito semelhante ao que a santidade maior produz sobre a
santidade menor.
E isto tem alguma analogia com o que se passava na Sagrada Família, entre as três pessoas indizivelmente excelsas – uma delas divina – que a compunham.
Eis aí algumas considerações sobre o enlevo e o entusiasmo que as verdadeiras hierarquias – como aquela que existiu, em grau arquetípico, na Sagrada Família – podem e devem suscitar nas almas retas e autenticamente católicas.
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Fonte: pliniocorreadeoliveira.info

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