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domingo, 22 de novembro de 2015

AFASTAMENTO DA RELIGIÃO: Perigo na certa!

O demônio pede passagem – descubra como aos poucos ele foi se instalando na sociedade:


Mick Jagger - cantor da banda Rolling Stones.

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À medida que as pessoas vão se afastando mais e mais da verdadeira Religião,

Da devoção a Nossa Senhora, da recepção dos sacramentos, da vida de oração, da humilde aceitação do sacrifício, a presença diabólica vai se tornando mais densa.
Em alguns casos, poder-se-á chegar à consumação de pactos satânicos. O ambiente criado pelo mundo moderno é propício à ação diabólica.
Casos individuais de entrega ao demônio, sempre os houve na história da humanidade pecadora. Mas provocavam horror.
O que sobretudo preocupa nos nossos dias é uma certa aceitação social do fenômeno diabólico, uma falta de rejeição proporcionada à sua enorme gravidade.
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Rolling Stones
Anos atrás, o líder dos Rolling Stones, o veterano Mick Jagger, depois de dizer que não consegue viver sem suas tournées musicais, acrescentou:
“Um dia terei que pagar meu tributo ao diabo, como Fausto. Mas, por que vou deixar de desfrutar do sol de hoje para pensar nas nuvens de amanhã?”, ao jornal “Clarin”, de Buenos Aires (14-3-08).
A comparação com Fausto chama a atenção.
Fausto, personagem central de um romance de Goethe, é um intelectual desiludido com o mundo, que não consegue mais encontrar sentido para a vida e pensa em suicídio.
A solução vem de um demônio que se propõe acompanhar Fausto em sua vida terrena, satisfazendo suas vontades, em troca de sua alma. Fausto aceita, selando com seu próprio sangue um contrato.
Ainda falando de si mesmo, o roqueiro acrescentou enigmaticamente:
“A pessoa que sobe ao palco não é idêntica ao Mick Jagger real. Se eu aparecesse numa festa com minha personalidade do palco, me expulsariam aos pontapés”.
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É só a ponta do iceberg
Até hoje repercute a entrevista dada em março de 2008 pelo Dr. Tiziano Masini, Procurador Substituto da República, em Varese (Itália), que esteve encarregado de representar a Procuradoria no processo Bestie di Satana (Animais de Satanás).
Tratava-se de um grupo de satanistas jovens da província italiana de Varese, que esteve na origem de diversos assassinatos e suicídios rituais, com grande repercussão na Itália.
Explica o Dr. Masini:
O que se vê atualmente é apenas a ponta do iceberg. […] Eles se reuniam para celebrar missas negras e invocar as forças do inferno. […] Penso que seja fruto destes tempos em que estão em voga horóscopos, leituras esotéricas, magos e cartomantes.
[…] Creio que o fenômeno tem sido subestimado por alguns setores eclesiásticos. Acrescento que uma parte da Igreja […] permaneceu afastada do problema e despreparada”.
E prossegue:
Trata-se, sem sombra de dúvida, de um fenômeno preocupante e em expansão, muito mais do que parece. Uma das causas, tanto quanto eu pude constatar, é a desagregação da família.
A maior parte dos jovens processados provinha de núcleos familiares problemáticos devido a separações e divórcios. […]
Outra causa — sem falar da adoração do mal — são as más companhias. Os pais deveriam controlar mais e melhor as companhias dos filhos”.
Tendo atuado nas diversas fases do processo, o procurador Masini informa:
Todos os envolvidos – insisto, todos – mostravam inimizade e desprezo para com o cristianismo, e diziam falar a linguagem do anti-Cristo.
[…] Durante as audiências, falavam línguas estranhas, emitiam sons guturais indecifráveis e roucos, invocavam e nomeavam continuamente todos os demônios.
Ademais, blasfemavam contra Cristo e a Religião católica e diziam sofrer diante de imagens e objetos sacros.
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Rock in Rio: viagem às profundezas do Inferno
Hoje em dia, grupos satânicos promovem abertamente missas negras, como a realizada no Centro Cívico de Oklahoma (EUA);
Teatros apresentam blasfêmias de todo tipo, como a peça Jesus Cristo Superstar; a Ideologia de Gênero nega abertamente a ordem estabelecida por Deus na Criação;
O Rock in Rio de 2013 terminou com invocações satânicas; e assim por diante.
E, no recentíssimo Rock in Rio 2015, informa o site da UOL (26/9/2015): 
“Atração principal deste quinto dia de Rock in Rio 2015, a banda norte-americana Slipknot encerrou os shows desta sexta-feira (25) com uma viagem às profundezas do inferno “headbanger”.
[…] ‘Vocês não fazem ideia da honra e privilégio de estarmos aqui’, disse o vocalista Corey Taylor, com seu macacão negro.
Encapetado por luzes, percussões e imagens do capeta, representado por um boneco no palco e imagens projetadas no telão, o show foi acompanhado com energia exemplar.
Pulos, saltos, palmas, berros. O inferno de Dante Alighieri pintado em versão metaleira”.
E um filme há pouco lançado sobre exorcismos, explora de modo sensacionalista a ação diabólica. Além de jogos feitos através da Internet que pedem a vinda do demônio.
Tudo isso parece uma preparação. O demônio pede passagem. Quer se instalar.
Cumpre a nós cortar-lhe o passo. Como? Oração, devoção a Nossa Senhora, estado de graça, são os meios.

Gregório Vivanco Lopes
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ENTRE O BEM e o MAL:

Leia e descubra qual foi o primeiro de todos os pecados da Humanidade!



Adão e Eva cometem o primeiro pecado e são expulsos do Paraíso.
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Primeiro pecado:

 — Adão e Eva no Paraíso Terrestre cometeram uma gravíssima desobediência.
Era-lhes permitido comerem de todos os frutos existentes naquele jardim de delícias, exceto o fruto de uma só arvore.
Comei, disse-lhe Deus, de todos os frutos que aqui estão, mas não toqueis no fruto da árvore da ciência do bem e do mal. Em qualquer ocasião que comerdes, morrereis.
O demônio, que tinha sido expulso do céu por soberba e condenado para sempre ao inferno, levado pela inveja de que outros fossem gozar a felicidade que Ele perdera, tomou a forma de uma serpente e disse a Eva:
Porque não comes tu o fruto desta árvore?
Ela respondeu: Porque Deus o proibiu, sob pena de morte.
Não, replicou a astuta serpente, não morrereis, pelo contrário, assim que o comerdes, tornar-vos-eis semelhantes a Deus, conhecendo o bem e o mal como ele.
A mulher, seduzida por tais palavras, entretém-se a olhar o fruto proibido, estende a mão, colhe um fruto e come-o; em seguida o leva ao companheiro, o qual lhe segue o exemplo.
No mesmo instante tudo muda de aspecto aos olhos dos nossos pobres pais.
Reparando que estão desvestidos, cheios de confusão, apanham folhas de figueira para se cobrirem. Depois, assustados, escondem-se entre as árvores do jardim.
Cometeu-se assim o primeiro pecado, aquele pecado que, transmitido desde Adão a todos os seus filhos, deu origem a todos os males que afligem os homens na alma e no corpo e que se chama comumente pecado original. 

Retirado da obra “História Sagrada” de São João Bosco.

terça-feira, 3 de novembro de 2015

DIA DE TODOS OS SANTOS:

O que se comemora neste dia? Descubra aqui:

"Paraíso", pintura de Giusto De' Menabuoi
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A festa de todos os Santos, no dia 1º de novembro, se difundiu na Europa latina nos séculos VIII-IX.
Iniciou-se a celebrar a festa de todos os santos até em Roma desde o séc. IX.
Uma única festa para todos os Santos, ou seja, para a Igreja gloriosa intimamente unida à Igreja ainda peregrina e sofredora.
Hoje é uma festa de esperança: “a assembleia festiva dos nossos irmãos” representa a parte eleita e seguramente exitosa do povo de Deus;
Chama-nos atenção para o nosso fim e para a nossa vocação verdadeira: a santidade, à qual todos nós somos chamados, não por meio de obras extraordinárias, mas com o cumprimento fiel da graça do batismo.
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Do ‘Discursos’ de São Bernardo, abade
A que serve, então, o nosso louvor aos santos, a que serve o nosso tributo de glória, a que serve esta mesma nossa solenidade?
Porque a eles as honras desta mesma terra quando, segundo a promessa do Filho, o Pai celeste os honra? Para que, então, nossas homenagens a eles?
Os santos não precisam de nossas honras e nada vem para eles do nosso culto.
É claro que, quando veneramos a memória deles, operamos em nosso benefício, não no deles! De minha parte, devo confessar que, quando penso aos santos, me sinto arder de grandes desejos.
O primeiro desejo que a memória dos santos suscita ou estimula mais em nós é o de gozar da companhia tão doce deles e de merecer sermos concidadãos e familiares dos espíritos beatos;
De nos encontrarmos juntos na assembleia dos patriarcas, nas fileiras dos profetas, no senado dos apóstolos, nos exércitos numerosos dos mártires, na comunidade dos confessores, nos coros das virgens; de estar, em suma, reunidos e felizes na comunhão de todos os santos.
Nos espera a primitiva comunidade dos cristãos, e nós nos desinteressaríamos? Os santos desejam ter-nos entre eles e nós nos mostraríamos indiferentes?
Os justos nos esperam, e nós não tomaríamos cuidado? Não, irmãos, despertemos de nossa deplorável apatia.
Ressurjamos com Cristo, busquemos as coisas do alto, daquelas provemos. Sintamos o desejo daqueles que nos desejam, apressemo-nos em direção daqueles que nos esperam, antecipam com os votos da alma a condição daqueles que esperam por nós.
Não apenas devemos desejar a companhia dos santos, mas também de possuirmos a felicidade deles.
Enquanto, portanto, ansiamos de estar com eles, estimulemos em nosso coração a aspiração mais intensa de compartilhar com eles a glória. Esta avidez não é por certo inapropriada, porque tal fome de glória não é nada perigosa.
Há um segundo desejo que é suscitado em nós pela comemoração dos santos, e é aquele de que Cristo, em nossa vida, se mostre também a nós como a eles, e também façamos com Ele a nossa aparição na glória.
Enquanto isto, o nosso chefe se apresenta a nós não como é agora no Céu, mas na forma que quis assumir para nós aqui na terra.
O vemos, portanto, coroado de glória, mas circundado pelos espinhos de nossos pecados.
Envergonhe-se então todo membro de fazer ostentação de requinte debaixo de um chefe coroado de espinhos. Compreenda que as suas elegâncias não lhe fazem honra, mas o expõem ao ridículo.
Chegará o momento da vinda de Cristo, quando não se anunciará mais a sua morte. Então, saberemos que nós também estaremos mortos e que a nossa vida é escondida com Ele em Deus.
Então, Cristo aparecerá como chefe glorioso e com Ele brilharão os membros glorificados. Então, transformará o nosso corpo humilhado, tornando-o semelhante à glória do chefe, que é Ele mesmo.
Nutramos, assim, livremente a avidez pela glória. Temos todo o direito. Mas para que a esperança de uma felicidade tão incomparável se torne realidade, nos é necessário o socorro dos santos.
Solicitemo-lo atenciosamente. Assim, por intercessão deles, chegaremos lá onde sozinhos não poderíamos nunca pensar em chegar.
(Disc. 2; Opera omnia, ed. Cisterc. 5 [1968] 364-368)


FINADOS:

O que um Católico autêntico deve e pode fazer neste dia? 

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O Dia de Finados

É o dia dos fiéis defuntos em toda Igreja. Uma lembrança dos que já passaram e dormem o sono da paz. Qui dormiunt in somno pacis.

Toda a Liturgia recorda o dogma do purgatório e pede-nos orações pelos nossos mortos. A Igreja se cobre de luto e os sacerdotes podem, neste dia, celebrar três vezes o Santo Sacrifício.

As multidões afluem aos cemitérios. É a lembrança de nossos mortos despertada. Avivam-se as saudades.

Finados! Dia dos mortos! Lembramo-nos deles apenas com algumas flores e umas lágrimas que com o tempo se vão estancando, ou procuramos sufragar-lhes as pobres almas que talvez ainda estejam sofrendo no purgatório?

Este dia nos foi dado pela Igreja, não para as pompas e manifestações de um sentimentalismo estéril, mas para sufrágio dos mortos.

Como se esquecem disto muitos cristãos! Multidões que enchem os cemitérios, sorrindo e até brincando muita vez, sem orações, sem um pensamento sobrenatural dos mortos!
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Santifiquemos este dia.
Seja, sim, o dia da nossa saudade, mas principalmente seja o do nosso sufrágio.
A Igreja, nossa Mãe, neste dia abre-nos os tesouros das suas indulgências em favor dos mortos.
Permite a celebração das três Santas Missas desde a Constituição Apostólica de 15 de Agosto de 1915, de Bento XV.
Duas Missas pertencem: uma aos fiéis defuntos em geral e outra nas intenções do Sumo Pontífice. Concede uma grande indulgência, semelhante à da Porciúncula, em favor dos defuntos.

Aos que visitarem uma igreja ou oratório público ou semi-público, indulgência plenária cada vez aos que entrarem na igreja e rezarem seis Padre-Nossos e seis Ave-Marias nas intenções do Sumo Pontífice, contanto que tenham se confessado e recebido a Santa Comunhão. (P. P. O. 544.)

Que tesouro de indulgência em favor das pobres almas! Mais ainda, todas 
as Santas Missas celebradas no dia de finados pelos mortos, e durante a oitava gozam do altar privilegiado.
A visita ao cemitério também neste dia tem uma indulgência plenária.

Porque nos abre assim a Igreja estes tesouros? Para nos estimular a devoção aos mortos e o zelo pelo sufrágio das almas.

Tudo no Ofício Divino deste dia nos fala da miséria humana, pelas lamentações dolorosas de Jó, e repetem gemidos que parecem vir das profundezas do abismo: 
Miseremini mei! miseremini mei! Saltem-vos amici mei quia manus Domini tetigit me! Tende pie­dade de mim, tende piedade de mim, pelo menos vós que sois meus amigos, porque a mão de Deus me fe­riu.
Sim, a mão da Justiça de Deus feriu as pobres almas para santificá-las, purificá-las e torná-las dignas do céu.
Com a Igreja, nossa Mãe vestida de luto, vamos chorar nossos mortos, e, rezando por eles, reafirmar nossa fé na imortalidade de nossa alma e na ressurreição da carne.
Digamos de coração: Requiem aeternam dona eis Domine, et lux perpetua Iuceat eis. Dai-lhes, Senhor, o descanso eterno, e brilhe para elas a luz perpétua!



Fonte: retirado do livro “Tenhamos compaixão das pobres almas! 30 meditações e exemplos sobre o Purgatório e as Almas” de Mons. Ascânio Brandão.
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