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segunda-feira, 21 de abril de 2014

BEIJO NA CRUZ

Em todo o ano, existe somente um dia em que não se celebra a Santa Missa: a Sexta-Feira Santa. Ao invés da Missa temos uma celebração que se chama Funções da Sexta-feira da Paixão, que tem origem em uma tradição muito antiga da Igreja que já ocorria nos primeiros séculos, especialmente depois da inauguração da Basílica do Santo Sepulcro e do reencontro da Santa Cruz por parte de Santa Helena (ano 335 d.C.).

Esta celebração é dividida em três partes: a primeira é a leitura da Sagrada Escritura e a oração universal feita por todas as pessoas de todos os tempos; a segunda é a adoração da Santa Cruz e a terceira é a Comunhão Eucarística, juntas formam o memorial da Paixão e Morte de Nosso Senhor. Memorial não é apenas relembrar ou fazer memória dos fatos, é realmente celebrar agora, buscando fazer presente, atual, tudo aquilo que Deus realizou em outros tempos. Mergulhamos no tempo para nos encontrarmos com a graça de Deus no momento que operou a salvação e, ao retornarmos deste mergulho, a trazemos em nós

Os cristãos peregrinos dos primeiros séculos a Jerusalém nos descrevem, através de seus diários que, em um certo momento desta celebração, a relíquia da Santa Cruz era exposta para adoração diante do Santo Sepulcro. Os cristãos, um a um, passavam diante dela reverenciando e beijando-a. Este momento é chamado de Adoração à Santa Cruz, que significa adorar a Jesus que foi pregado na cruz através do toque concreto que faziam naquele madeiro onde Jesus foi estendido e que foi banhado com seu sangue

Em nosso mundo de hoje, falar da Adoração à Santa Cruz pode gerar confusão de significado, mas o que nós fazemos é venerar a Cruz e, enquanto a veneramos, temos nosso coração e nossa mente que ultrapassa aquele madeiro, ultrapassa o crucifixo, ultrapassa mesmo o local onde estamos, até encontrar-se com Nosso Senhor pregado naquela cruz, dando a vida para nos salvar. Quando beijamos a cruz, não a beijamos por si mesma, a beijamos como quem beija o próprio rosto de Jesus, é a gratidão por tudo que Nosso Senhor realizou através da cruz. O mesmo gesto o padre realiza no início de cada Missa ao beijar o Altar. É um beijo que não pára ali, é beijar a face de Jesus. Por isso, não se adora o objeto. O objeto é um símbolo, ao reverenciá-lo, mergulhamos em seu significado mais profundo, o fato que foi através da Cruz que fomos salvos.

Nós cristãos temos a consciência que Jesus não é apenas um personagem da história ou alguém enclausurado no passado acessível através da história somente. "Jesus está vivo!" Era o que gritava Pedro na manhã de Pentecostes e esse era o primeiro anúncio da Igreja. Jesus está vivo e atuante em nosso meio, a morte não O prendeu. A alegria de sabermos que, para além da dolorosa e pesada cruz colocada sobre os ombros de Jesus, arrastada por Ele em Jerusalém, na qual foi crucificado, que se torna o simbolo de sua presença e do amor de Deus, existe Vida, existe Ressurreição. Nossa vida pode se confundir com a cruz de Jesus em muitos momentos, mas diante dela temos a certeza que não estamos sós, que Jesus caminha conosco em nossa via sacra pessoal e, para além da dor, existe a salvação

Ao beijar a Santa Cruz, podemos ter a plena certeza: Jesus não é simplesmente um mestre de como viver bem esta vida, como muitos se propõem, mas o Deus vivo e operante em nosso meio.

VITÓRIA DO BEM:


Aquilo que é certo e bom sempre – eventualmente – haverá de triunfar. Existe um valor e propósito para todo ser humano que Deus criou. (Ronald Reagan).

A vida é difícil, traz consigo seus constantes desafios e dores. Mas na sua essência a vida é fundamentalmente boa, porque é uma dádiva de Deus.

Esse mundo está sobrecarregado de tragédias e injustiças.

Porém, a bondade encontra o seu lugar onde ela é mais necessária.

Frequentemente a vida parece que se sucumbe debaixo das dores, pressões e complexidades das demandas urgentes do dilema humano.

Ainda assim, o propósito do bem cumpre a sua trajetória vitoriosa diante de cada novo desafio.
Portanto, celebre, alegre-se, Deus está em absoluto controle.

A vitória é certa, a guerra já está ganha, tudo o que você tem pela frente são batalhas com um fim já determinado.

E a vitória – não há dúvida – é do bem. Não retribua a ninguém mal por mal.
Procure fazer o que é correto aos olhos de todos.

Não retribuam a ninguém mal por mal. Procurem fazer o que é correto aos olhos de todos. Façam todo o possível para viver em paz com todos.
Romanos 12,17-18.

EUCARISTIA - oração mais forte

" A oração mais forte que temos é a EUCARISTIA, 

a MISSA, onde Jesus reza conosco

 e se apresenta ao Pai levando consigo toda a humanidade.

 E toda oração que não estiver ligada à EUCARISTIA

 é carente de valor,

 porque é em Cristo, com Cristo e por Cristo,

 que chegamos ao Pai, não há outro mediador".


 [Padre Hélio Libardi]


AMIGOS EM CRISTO~~

 JESUS também os teve, cuidemos dos nossos!

Um amigo pode nos transformar, porque, antes de tudo, ele nos ama como somos.

O amigo consegue nos corrigir e, muitas vezes, só ele é capaz de fazer isso. 

Ele, e só ele, tem linha direta com o nosso coração, porque nos ganhou por inteiro.

Nomeie os seus amigos.

Reze, hoje, por eles.

Agradeça a Deus por tê-los.


HÓSTIA - o que é?

Por que será que costumamos associar "eucaristia" com "hóstia"?



Fala-se em adorar a hóstia, ajoelhar-se diante da hóstia, levar a hóstia em procissão (na festa de Corpus Christi), guardar a hóstia.. Uma criança chegou certa vez para a catequista e perguntou: "Tia, quanto tempo falta para eu tomar a hóstia?" (Referia-se à primeira comunhão).

A palavra "Hóstia" vem do latim. Em latim, "hóstia" é praticamente sinônimo de "vítima". Ao animal sacrificado em honra dos deuses, à vítima oferecida em sacrifício à divindade, os romanos (que falavam latim) chamavam de "hóstia".Ao soldado tombado na guerra vítima da agressão inimiga, defendendo o imperador e a pátria, chamavam de "hóstia".


Ligada à palavra "hóstia" está a palavra latina "hóstis", que significa: "o inimigo". Daí vem a palavra "hostil" (agressivo, ameaçador, inimigo), "hostilizar" (agredir, provocar, ameaçar). E a vítima fatal de uma agressão, por conseguinte, é uma "hóstia".
Então, aconteceu o seguinte: O cristianismo, ao entrar em contato com a cultura latina, agregou no seu linguajar teológico e litúrgico a palavra "hóstia", exatamente para referir-se à maior "vítima" fatal da agressão humana: Cristo morto e ressuscitado. Os cristãos adotaram a palavra "hóstia" para referir-se ao Cordeiro imolado (vitimado) e, ao mesmo tempo ressuscitado, presente no memorial eucarístico.

A palavra "hóstia" passa, pois, a significar a realidade que Cristo mesmo mostrou naquela ceia derradeira: "Isto é o meu corpo entregue... o meu sangue derramado". O pão consagrado, portanto, é uma "hóstia", aliás, a "hóstia" verdadeira, isto é, o próprio Corpo do ressuscitado, uma vez mortalmente agredido pela maldade humana, e agora vivo entre nós feito pão e vinho, entregue para ser comida e bebida: Tomai e comei..., tomai e bebei...


Infelizmente, com o correr dos tempos, perdeu-se muito este sentido profundamente teológico e espiritual que assumiu a palavra "hóstia" na liturgia do cristianismo romano primitivo, e se fixou quase que só na materialidade da "partícula circular de massa de pão ázimo que é consagrada na missa". A tal ponto de acabarmos por chamar de "hóstia" até mesmo as partículas ainda não consagradas!


Hoje, quando falo em "hóstia", penso na "vítima pascal", penso na morte de Cristo e sua ressurreição, penso no mistério pascal. Hóstia para mim é isto: a morte do Senhor e sua ressurreição, sua total entrega por nós, presente no pão e no vinho consagrados. Por isso que, após a invocação do Espírito Santo sobre o pão e o vinho e a narração da última ceia do Senhor, na missa, toda a assembléia canta: "Anunciamos, Senhor, a vossa morte, proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus".


Diante desta "hóstia", isto é, diante deste mistério, a gente se inclina em profunda reverência, se ajoelha e mergulha em profunda contemplação, assumindo o compromisso de ser também assim: corpo oferecido "como hóstia viva, santa, agradável a Deus" (Rm 12,1). Adorar a "hóstia" significa render-se ao seu mistério para vivê-lo no dia-a-dia. E comungar a "hóstia" significa assimilar o seu mistério na totalidade do nosso ser para se tornar o que Cristo é: entrega de si a serviço dos irmãos, hóstia.


E agora entendo melhor quando o Concílio Vaticano II, ao exortar para a participação consciente, piedosa e ativa no "sacrossanto mistério da eucaristia", completa: "E aprendam a oferecer-se a si próprios, oferecendo a hóstia imaculada, não só pelas mãos do sacerdote, mas também juntamente com ele e, assim, tendo a Cristo como Mediador, dia a dia, se aperfeiçoem na união com Deus e entre si, para que, finalmente, Deus seja tudo em todos". Amém.

AMOR: força do mundo



          O mundo gira em torno do amor, inclusive foi criado pelo amor. O amor é a mola propulsora que rege o universo, ele é fruto da bondade e da complacência de nosso Deus.
Uma sociedade só esta bem direcionada e alicerçada, quando o amor estiver inserida em seu meio.

           Uma sociedade alimentada pelo amor, torna-se frutífera e organizada sem nenhuma mancha, sem preconceito, onde a paz esta sempre presente em seu núcleo. A sua visão é sempre coletiva, onde um torna-se todos e todos se torna um. Seria como a união de diversos córregos que ao longo de sua trajetória formaria um grande lago azul cristalino, exalando os melhores aromas que o universo possa proporcionar aos seus filhos e filhas.

            A  sociedade dividida, tornar-se sem mística, ela não interage com o universo e seus mistérios, os seu frutos são sempre amargo e seu núcleo torna-se um deserto, sem vida e luz.

             O que forma uma verdadeira sociedade são grupos de pessoas imbuídas das mais variadas idéias que vem dar sentido a  própria vida, projetando e alimentando o outro, o outro torna-se o centro de toda a atenção, ela passa a existir em função do outro que inclusive torna-se o motivo de sua existência.

              A vida só tem sentido, quando o outro se torna o nosso foco. A nossa paz, a nossa alegria,  a nossa satisfação de viver, só desabrocha quando comungamos com o sofrimento e as misérias do outro, fora desta realidade, nada é real, tudo torna-se superficial. Precisamos fazer a experiência e comprovar esta realidade, foi isto que mestre fez, foi isto que ele vivenciou em toda a sua trajetória de vida.

               Uma vela para ser boa vela, ela tem que iluminar, e quanto mais ela ilumina,
mas ela se consome, ao ponto de não existir mais. Ela desintegra toda, e depois
vem a escuridão e é preciso que outra vela assuma esta posição para continuar
iluminado. É assim que acontece em nossa vida,  a cada um Deus proporcionou
o seu ponto de luz, justamente para iluminar aqueles que estão nas trevas e
quando a sua luz acabar, automaticamente outro já esta de prontidão para
assumir o seu lugar e dar seqüência a esta realidade.


                Vós sois sal e luz do mundo’’. Não se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanha, nem se acender uma luz para colocá-la debaixo ao alqueire, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, afim de que brilhe a todos que estão ao seu redor.

                  Todos nós temos uma missão na terra, é preciso que esta missão seja cumprida com afinco e determinação para que possamos sentir verdadeiramente felizes. Precisamos ficar de sentinela conforme determina o profeta Ezequiel. Cap. 3.16..- filho do homem, estabeleço-te como sentinela nesta terra. Logo que escutares um oráculo saindo de minha boca, tu lho transmitira de minha parte. Se digo ao malévola que ele vai morre, e tu não o prevines e não lhe falas para po-lo de sobre aviso devido ao seu proceder, de modo que possa viver, ele há de perecer por causa do seu péssimo proceder, de modo que possa viver, ele há de perecer por causa de seu delito, mas é a ti que pedirei conta de seu sangue.

           Conforme podemos ver, todos nos temos responsabilidade de resgatar o outro, criando nele uma dignidade de filho amado de Deus, onde possa sentir parte integrante do movimento do qual estamos inseridos.

             Quando tudo isto acontece em nosso meio, ai podemos erguer as nossas cabeças e comentar um para com o outro, hoje estou vivendo uma verdadeira páscoa, hoje estou vivendo uma verdadeira ressusseirção, hoje estou vivendo um verdadeiro pentecostes, porque não sou eu mais que vivo , mas Cristo é que vive em mim.

             Não podemos mais esperar, o tempo urge e a sociedade clama por tais iniciativa, existem muitas pessoas sedentas de uma palavra amiga, existem muitas pessoas sedenta de sua luz e do seu calor humano.

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