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domingo, 14 de maio de 2017

GENUFLEXÃO:



É um ato de adoração ao SENHOR DEUS, pelo qual dobramos um de nosso joelho direito ou os dois juntos até tocar o solo e voltamos à posição normal.




Em que momento devemos fazer a genuflexão com um joelho?

Quando entramos na igreja, antes de sair da igreja e cada vez que passamos na frente do sacrário.

E quando devemos fazer a genuflexão com os dois joelhos?

Devemos genuflectir com os dois joelhos sempre que COMUNGARMOS O CORPO DE DEUS e quando o SACRÁRIO  ESTIVER ABERTO, ou quando um padre estiver ELEVANDO A HÓSTIA NA CONSAGRAÇÃO DE UMA MISSA e que entrarmos nessa hora na igreja, ou ainda se o padre estiver distribuindo a comunhão. Também devemos fazer esta genuflexão com os dois joelhos quando o Santíssimo Sacramento estiver exposto na Custódia, para nossa adoração.

Como se faz esta genuflexão com os dois joelhos?
Devemos nos por de joelhos completamente, fazer uma leve inclinação com a cabeça, DIZER: MEU SENHOR E MEU DEUS! e, nos levantarmos em seguida.

Além da água benta, da genuflexão e da oração, o que mais se pede quando se entra numa igreja?
Devemos estar vestidos adequadamente, tipo que não seja roupa de banho. Prestar atenção na celebração, evitar de sair para comprar pipocas, guloseisas, pegar água o tempo todo (por vício ou brincadeira).Também, quando não se puder ajoelhar-se por problemas de saúde, isso é plausível, aceitável e, claro que Nosso Senhor entenderá.



OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
Quando não há a presença do Senhor no Santíssimo Sacramento, ou quando o sacrário não se encontra atrás do Sagrado Altar, sempre que se passa pelo altar deve se fazer uma reverência, para o Altar!

A inclinação do corpo, ou inclinação profunda, faz-se ao altar as orações:

 Purificai o meu coração (Munda cor meum)
 e De coração humilhado (In spíritu humilitátis); 
no Símbolo às palavras E encarnou pelo Espírito Santo (Et incarnátus est); 
no Cânone Romano às palavras Humildemente Vos suplicamos (Supplices te rogamus). 

Também o diácono faz inclinação profunda ao pedir a bênção, antes da proclamação do Evangelho. Além disso, o sacerdote faz uma pequena inclinação enquanto diz as palavras do Senhor, na consagração.

terça-feira, 11 de abril de 2017

ANIMAIS APROXIMADORES DO 'BEM':




O exemplo que Santo Antônio Claret tirou dos animais:




O Espírito Santo me diz: “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, observa seu proceder e dela a aprende a sabedoria” (Pr 6,6).

Desejo aprender não só da formiga, mas também do galo, do burro e do cão.


O galo


“Quem deu inteligência ao galo?”(Jó 38,36); “E nesse instante um galo cantou” (Mt 26,74).

  1. O galo acorda-me e eu, como Pedro, devo me lembrar dos pecados para os chorar;
    . 
  2. Assim como o galo canta de dia e de noite, assim tenho de louvar a Deus a cada hora e levar os outros a fazer o mesmo.
  3. O galo vigia o galinheiro dia e noite. Eu devo cuidar noite e dia das almas que o Senhor
    me confiou.
  4. O galo, ao perceber o menor ruído de perigo, dá alarme. Eu devo fazer o mesmo. Exortar as pessoas ao menor perigo de pecar.
    . 
  5. O galo defende seu terreiro quando o gavião ou outro animal ou ave de rapina vem para atacar. Devo defender as almas que o Senhor me confiou, contra os gaviões dos vícios, erros
    e pecados.
  6. O galo é muito generoso, se encontra comida, chama as galinhas. Devo abster-me das comodidades e ser generoso e caritativo, principalmente com os mais necessitados.
  7. O galo, antes de cantar, agita as asas. Eu, antes de pregar, devo agitar as asas do estudo e da oração.
    . 
  8. O galo é muito fecundo. Eu o devo ser, espiritualmente, a tal ponto, que possa dizer como o apóstolo Paulo: “Pelo Evangelho, eu vos gerei em Cristo” (1Cor).

O burro

  1. O burro é o animal mais humilde por natureza. Seu próprio nome denota desprezo, sua habitação, uma cocheira. Sua comida é palha e pobre os seus arreios. Também devo ser humilde, pobre na moradia, na roupa e na comida, para dar exemplo às pessoas como Jesus Cristo. Já que, pela natureza frágil, minha tendência é para o orgulho e o poder.
  2. O burro é um animal muito paciente. Leva pessoas e cargas, recebe pancadas, sem se queixar. Hei de levar com paciência a carga dos deveres e sofrer com resignação, trabalhos, perseguições e calúnias.
  3. Nossa Senhora serviu-se do burro para Sua viagem na fuga para o Egito, com a perseguição de Herodes. Também me ofereço a Maria para levar o seu nome a toda a parte com prazer e alegria. Também meditar com devoção os santos mistérios, particularmente
    os dolorosos.
  4. Jesus usou um jumento para sua entrada triunfal em Jerusalém. Peço a Jesus que se digne a servir-se de mim para levar a toda gente o seu triunfo sobre o mal dos pecados e com ele entrar triunfante na Glória do Pai. A Ele todo louvor e toda a glória que lhe puder dar em minha vida missionária.

O cachorro


“Cães mudos que não sabem latir” (Is 56,10).

  1. O cão é um animal tão fiel e constante companheiro do seu dono, que nem a pobreza nem o trabalho o separam dele. A mesma fidelidade e constância devem ligar-me ao meu Senhor Jesus Cristo e conservar-me no meu serviço.
    .
    Direi com São Paulo: “Nem a vida, nem a morte, nem outra coisa qualquer, me pode separar do amor de Cristo” (Rm8,35).
  2. O cachorro é um animal leal. Mais obediente que um filho ou um empregado, mais dócil que uma criança. Não só faz voluntariamente o que manda seu dono, mas olha a fisionomia do seu senhor para conhecer sua intenção e vontade, a fim de cumpri-lasem esperar que o mande.
    .
    E ainda o faz com a maior prontidão e alegria e ainda corresponde aos afetos do dono, de tal maneira que é amigo dos amigos e inimigos dos estranhos a seu dono. Devo possuir essas excelentes qualidades e fazê-las servir a meu Deus e Senhor.
    .
    Farei, portanto, o que ele mandar diretamente ou por intermédio dos seus representantes. Os amigos de Deus serão meus amigos e os seus inimigos tratarei com respeito, porém sem tolerâncias. E sem contestação, deverei lutar contra os inimigos da alma, visto não serem amigos de Deus.
  3. O cachorro vigia durante o dia e à noite redobra a sua vigilância. É o guarda fiel. Se suspeita das más intenções de alguém, ladra sem parar e avança, se decide. A defesa de seu dono está acima de tudo.
    .
    Proponho vigiar-me também e estar contra os inimigos de Deus.
    . 
  4. O maior prazer do cão é estar e andar na presença de seu dono. Mostrar-lhe contentamento. Procurarei andar sempre, com prazer e alegria na presença de meu Deus, o querido Senhor, e assim não pecarei e serei perfeito, segundo a palavra do Senhor à Abraão: “Anda na minha presença e sê perfeito”(Gn 17,1).
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Fonte: retirado da autobiografia de Santo Antônio Maria Claret.


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INFERNO:

Será que os tempos mudaram?

“O Inferno”. Iluminura do livro “Les Très Riches Heures du duc de Berry” (Atualmente conservado no museu Condé, em Chantilly).
“O Inferno”. Iluminura do livro “Les Très Riches Heures du duc de Berry” (Atualmente conservado no museu Condé, em Chantilly).
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Imaginemos um teólogo em cujo espírito germinasse 
ideia nova…
Sobre uma doutrina já consagrada e sempre ensinada na Igreja Católica, 
qual seja a da existência do inferno e de sua eternidade.
Era de se supor que ele bem poderia colocar em risco seu futuro e cair no 
ostracismo.
Em não longínquo passado o ex-frei Leonardo Boff;
Foi condenado pela Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé e reduzido 
ao silêncio por defender erros teológicos.
Ele voltou a ensinar o erro ao afirmar, a respeito de um poeta pernambucano 
prestes a morrer, que Deus não condena ninguém para sempre.

Ora, a fé nos assegura que o fogo do inferno e 

os tormentos  dos condenados são eternos.
Não se trata de opiniões controvertidas entre os
teólogos e estudiosos.

A eternidade do inferno é uma verdade de fé que nenhuma autoridade pode 
mudar — nem sequer o Papa;
Pois está expressa nas próprias Sagradas Escrituras, tanto no Antigo quanto 
no Novo Testamento.
As Escrituras opõem-se à ideia de que o inferno não seja eterno ao afirmar: 
“Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno” (Mt 25, 41).

De onde se segue que, se o fogo é eterno, 

também o é o 
suplício do condenado.
Não haveria razão para Deus ter criado um fogo 
eterno se 
não fosse para castigar eternamente os condenados.

Em outro lugar nas Escrituras pode-se ler: “Irão estes para o fogo eterno” 
(idem 46). 
“Ir para a geena, para o fogo inextinguível, onde o seu verme não morre e 
o fogo não se apaga” (Mc 9, 43a 44).
No Apocalipse 14, 11 está escrito:
“A fumaça dos seus tormentos subirá pelos séculos dos séculos.
Não terão descanso algum, nem de dia nem de noite, esses que adoram a 
besta e a sua imagem, e todo aquele que acaso tenha recebido o sinal do 
seu nome”.

Uma pena que não fosse eterna — e durasse pouco —
 faria com que o inferno deixasse de ser inferno e Deus 
deixasse de ser Deus.

O Castigo e o Prêmio são eternos

Ao meditar sobre a eternidade do inferno, Santo Afonso Maria de Ligório 
nos sugere multiplicar todos os milhões de anos em infinitas vezes.
O resultado dessa multiplicação mostraria que o inferno estaria apenas 
começando…
Uma coisa é a bondade de Deus, que persegue o pecador para 
convertê-lo, afastá-lo do mau caminho, concedendo-lhe graças, dons,
e até mesmo castigos.
Outra coisa é a bondade e a misericórdia da Igreja, sempre de coração 
aberto e mãos estendidas para receber e perdoar o pecador convertido.

Não podemos confundir esse pecador com aquele

que não abandona o seu mau procedimento e morre 
empedernido.
Se assim viveu e morreu foi por sua própria culpa.

Escolheu livre e espontaneamente o lugar que se chama inferno.
Deus dá o prêmio aos bons e o castigo aos maus.
Como Deus é eterno, também eternos são o prêmio e o castigo.
Deus deixaria de ser Deus se fosse apenas misericordioso e não desse o 
prêmio e o castigo de acordo com as obras.
Deus é misericordioso porque justo.
Esta eternidade é de fé, porque revelada por Deus, e não uma simples 
opinião.

“Apartai-vos de Mim malditos para o fogo eterno.
Irão estes ao suplício eterno. Pagarão a pena da eterna perdição.
Todos serão assolados pelo fogo” (Mt 25, 41. 46; 1Ts1,8; Mc 9,48).

Assim como o sal conserva o alimento, o fogo do inferno atormenta os
 condenados, mas ao mesmo tempo tem a propriedade do sal ao 
conservar-lhes a vida.
“Ali o fogo consome de tal modo — disse São Bernardo — que conserva 
sempre”.
Santo Afonso ensina:

“O poço não fecha a sua boca, porque se fechar 

a abertura 
em cima, se abrirá em baixo para devorar os 
réprobos”. 

Continua ele: “Enquanto vivo, o pecador pode ter alguma esperança, mas, 
se a morte o surpreender em pecado, perderá toda esperança” (Pr 11,7).
Se os condenados pudessem ao menos embalar-se em alguma enganosa 
ilusão que aliviasse o seu desespero horrível…
Afinal, um infeliz delinquente condenado à prisão perpétua também procura 
alívio em seu pesar, na esperança remota de evadir-se e obter assim a 
liberdade.
Mas o condenado não pode sequer ter a ilusão de que um dia poderá sair
 de sua prisão!

Não, no inferno não há esperança.

O desgraçado réprobo terá sempre diante de si a sentença que o obriga a 
gemer perpetuamente nesse cárcere de sofrimentos.
“Uns para a vida eterna, e outros para o opróbrio que terão sempre diante
 dos olhos” (Dn 12,2).
Para Santo Afonso, o réprobo não sofre somente a pena de cada instante, 
mas sofre a cada instante a pena da eternidade.
Eis o que está escrito no Eclesiastes: 
“Quando as nuvens estiverem carregadas, derramarão chuvas sobre a terra.
Se a árvore cair para a parte do meio dia, ou para a do norte, em qualquer 
lugar onde cair, ficará” (Ecl. 11, 3).

Tal é a sorte do justo e do pecador: ficará para sempre, 
no Céu ou no inferno.
.

Fonte: www.abim.inf.br

segunda-feira, 10 de abril de 2017

DEUS:

FONTE INESGOTÁVEL!



"O Universo é uma fonte inesgotável de energia... 
A conexão com essa fonte só nós podemos realizar,
mantendo sempre acesa a chama dos bons sentimentos,
da Fé, do Amor e da Esperança... 
A consciência do que fazemos 
e pensamos é a fonte da nossa energia que se conecta com o Universo... 
Física e espiritualmente, escolha sempre o melhor
e mantenha a sua fonte de energia sempre carregada de Luz!"

SEMANA SANTA:COMEÇO!

O Rei Entra 

em Jerusalém Montado em 

um Jumentinho.

Entrada de Jesus em Jerusalém
Entrada de Jesus em Jerusalém
.
A entrada “solene” de Jesus em Jerusalém 

A
 Semana Santa começa no Domingo de Ramos;
Porque celebra a entrada de Jesus em Jerusalém montado em 
um jumentinho – o símbolo da humildade – e aclamado pelo povo 
simples, que O aplaudia como:

“Aquele que vem em nome do Senhor”

Esse povo tinha visto Jesus ressuscitar Lázaro de Betânia havia poucos 
dias e estava maravilhado.
Ele tinha a certeza de que este era o Messias anunciado pelos profetas;
Mas esse mesmo povo tinha se enganado no tipo de Messias que Cristo era.
Pensavam que fosse um Messias político, libertador social que fosse arrancar
 Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Salomão.

Para deixar claro a este povo que Ele não era um Messias
 temporal e político, um libertador efêmero;
Mas o grande Libertador do pecado, a raiz de todos os 
males, então;

O Senhor entra na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis 
sagrados, montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena.

Ele não é um Rei deste mundo!

Dessa forma, o Domingo de Ramos dá o início à Semana Santa, que 
mistura os gritos de hosanas com os clamores da Paixão de Cristo.
O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras.
Esses ramos significam a vitória:

“Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em 
nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas”

Os ramos santos nos fazem lembrar que somos batizados, filhos de Deus;
Membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica, 
especialmente nestes tempos difíceis em que esta é desvalorizada e 
espezinhada.

Os ramos sagrados que levamos para nossas casas, 
após a Missa;
Lembram-nos de que estamos unidos a Cristo na mesma 
luta pela salvação do mundo, a luta árdua contra o pecado;
Um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará à Ressurreição.

O sentido da Procissão de Ramos é mostrar essa peregrinação sobre a terra 
que cada cristão realiza a caminho da vida eterna com Deus. 
Ela nos recorda que somos apenas peregrinos neste mundo tão passageiro, 
tão transitório, que se gasta tão rapidamente.
E nos mostra que a nossa pátria não é neste mundo, mas sim na 
eternidade, 
que aqui nós vivemos apenas em um rápido exílio em demanda da 
casa do Pai.



O Domingo de Ramos nos ensina que seguir o Cristo é renunciar 
a nós mesmos;

Morrer na terra como o grão de trigo para poder 
dar fruto, enfrentar os dissabores e ofensas por 
causa do Evangelho do Senhor.

Ele nos arranca das comodidades e das facilidades, para nos colocar
 diante d’Aquele que veio ao mundo para nos Salvar.

Fonte: Sagrado Coração de Jesus

CATACUMBAS DE ROMA: algumas descobertas

Vejamos:

imagem-catacumba
No centro, Jesus como o Bom Pastor, nos ângulos os Apóstolos Pedro,
 Paulo, João e André.
.
Em 2010 foram descobertos os retratos mais antigos 
dos Apóstolos São Pedro, São Paulo, São João e 
Santo André.

Eles estavam numa catacumba recuperada sob um moderno prédio de
 uma empresa de seguros em Roma.


As imagens datam da segunda metade do século IV e decoram o teto
 do túmulo de uma aristocrática dama cristã ligado à catacumba de Santa
Tecla.



Eles vinham sendo trabalhados pelos restauradores;

Com técnicas laser para queimar acumulações sedimentares seculares 
de sais e desvendar os originais em todo seu esplendor.
Os rostos dos Apóstolos aparecem em medalhões nos quatro cantos da 
sala principal.
Eles fazem parte de um conjunto pictórico mais vasto;
Que rodeia uma imagem de Nosso Senhor Jesus Cristo apresentado 
como o Bom Pastor, que foi sendo revelado em fases sucessivas.
“Estas são as primeiras imagens dos Apóstolos”;


Anunciou Fabrizio Bisconti, superintendente das catacumbas, 
por indicação da Comissão Pontifícia para a Arqueologia Sagrada.

As cores predominantes são o ocre, o preto, o verde e o amarelo.
As catacumbas contêm algumas das primeiríssimas provas do culto e 
devoção aos Apóstolos no nascente cristianismo, explicaram 
representantes do Vaticano.


Barbara Mazzei, responsável pelo trabalho
 de restauração;



Disse que todas as descrições anteriores de São Pedro e São Paulo se 
encontravam em narrações escritas.

Mas agora temos seus rostos fixados nos quatro cantos da pintura 
do teto 
da sala subterrânea, num posicionamento devocional por natureza.
Por isso são os mais antigos ícones religiosos conhecidos até o presente,
 noticiou oportunamente o jornal “The Dallas Morning News”.
Barbara Mazzei explicou que;


Em atenção ao ano de São Paulo, comemorado 
em 2009, foi anunciada primeiramente a descoberta 
da pintura do 
Apóstolo das Gentes.



Porém, os especialistas sabiam que uma crosta de carbonato de cálcio 
cobria mais imagens;

E que poderiam ser apresentadas a público somente após completar
 sofisticadas tarefas de limpeza.
Por fim, o momento do extraordinário anúncio chegou.
Apresentando as imagens aos jornalistas, monsenhor Giovanni Carru 
disse que as catacumbas:


“São um testemunho eloquente do Cristianismo em suas
 origens”.

A sala sepulcral da nobre romana católica passou a ser denominada
 “Cubículo dos Apóstolos” devido aos afrescos ali descobertos.
Já os especialistas a chamam de “O Colégio dos Apóstolos”, 
representado 
em torno do Bom Pastor.
Fabrizio Bisconti explicou que nas pinturas das catacumbas pode se 
contemplar:
“A gênese, as sementes da iconografia cristã”;
Desde o simples peixe usado para simbolizar a Cristo até o 
próprio Cristo ressuscitando a Lázaro.
“Esse foi o tempo em que o culto dos Apóstolos estava
 nascendo e se desenvolvendo”;


E a arte das catacumbas não pintava somente os mártires ou 
cenas bíblicas.

Na mesma sala há afrescos representando o profeta Daniel na cova
dos leões;
Os três Reis Magos entregando presentes ao Menino Jesus, o sacrifício 
de Isaac por Abraão.
Numa outra parede está representada a nobre dama que teria mandado
 fazer as pinturas;
Ornada com joias, véu e um “estilo de penteado de cabelo”, símbolo 
de categoria social elevada na antiga Roma, acrescentou Bisconti.
Mazzei contou que quando os restauradores ingressaram na câmera 
mortuária em 2008;
Todas as paredes apareciam inteiramente brancas, cobertas pela crosta 
de carbonato de cálcio com 4 a 5 cm de espessura.
O Vaticano, entretanto, possuía documentos 
atestando que  no local havia pinturas 
nas paredes e isso impulsionou a procura.
No passado os restauradores teriam usado bisturis e escovas de aço para
remover a crosta branca, mas havia o perigo de danificar as pinturas 
procuradas.
O uso do laser resolveu o problema.
Temia-se, porém, que a umidade ambiente e a falta de ar pudesse prejudicar
o uso da nova tecnologia.
Os pesquisadores tiveram que avançar cautelosamente;
Fazendo da iniciativa um “laboratório experimental” do aproveitamento 
do laser em condições extremas adversas.


A descoberta veio além do mais confirmar que a 
devoção aos Santos representados em imagens é própria do 
cristianismo original;



Devoção desenvolvida nas catacumbas e depois nas igrejas a céu aberto.

Ficou desprovida de fundamento a alegação feita por iconoclastas 
orientais, muçulmanos, protestantes e “modernistas” hodiernos;
Segundo a qual o uso e o culto de imagens não correspondem 
ao cristianismo autêntico e original.
Segundo essas versões anticatólicas e anti-históricas, o culto das 
imagens seria uma deturpação.
Tal perversão do culto, dizem eles;
Aconteceu quando os primeiros cristãos saíram das catacumbas e passaram 
a imitar os cultos pagãos;
Que idolatravam esculturas de pedra, madeira ou pinturas antropomórficas.
O culto das imagens corresponde bem à Igreja 
desde seus primórdios;


Sendo merecedor de encômio no espírito da doutrina tradicional 
bimilenar do Catolicismo.

As catacumbas de Santa Tecla não estão abertas ao público em geral;
Mas pode se pedir autorização na referida comissão vaticana para 
visitas em grupo, guiadas por especialistas.
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Fonte:  cienciaconfirmaigreja.blogspot.com.br

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