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segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

ADVENTO: PREPARAÇÁO

4 passos, para o Advento, tempo que a Igreja nos reserva para meditar e se preparar para a vinda do Menino Jesus:



1 –
 Lembrar que o Natal se celebra a partir da véspera, quando celebramos a chegada do menino Jesus;
O padre aponta isso não desprezando as festas que antecedem o Natal, mas com o intuito de se preparar mais espiritualmente para o momento da vinda de Jesus.

2 –
 Um momento de meditação a cada dia do Advento; Não é preciso um longo período, pode ser apenas uns minutinhos;
Mas totalmente dedicados à meditar o principal acontecimento da história da humanidade, o nascimento de Nosso Senhor e o que isso trouxe pra nós.

3 –
 Preparação pessoal; Podemos lembrar da Quaresma, quando realizamos algumas obras de sacrifício para preparar o “presépio de nosso coração”;
Como jejuns e abster-se de coisas que gostamos para honrar Nosso Senhor.

4
 – Algumas práticas exteriores; Formas de expressar nossa preocupação em viver esse tempo para as pessoas à nossa volta;
Algo muito comum é a coroa do advento, podemos colocar em casa, no trabalho, e acender as velas por alguns instantes durante o dia com a família e amigos.

Fica a dica para ter um Santo Natal, como você se prepara para vinda de Nosso Senhor?
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Fonte: acidigital.com

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

ORAÇÃO: Quais os benefícios?

Notemos que a oração produz três espécies de bens.


Primeiramente, constitui um remédio eficaz contra todos os males. Livra-nos dos pecados cometidos:

“Remistes, Senhor, a iniquidade de meu pecado, diz o Salmista (Sl 31,5-6) por isso todo homem santo dirigirá a Vós sua prece”.
Assim pediu o ladrão sobre a cruz e obteve seu perdão, pois Jesus lhe respondeu:
“Em verdade vos digo, hoje mesmo estareis comigo no paraíso”. (Lc 23,43), Do mesmo modo rezou o publicano e voltou para casa justificado (cf. Lc 18,14).

A oração nos liberta do medo dos pecados que virão, das tribulações e da tristeza. Alguém está triste entre vós? Reze com a alma tranquila (Tg 5,3).

A oração nos livra das perseguições dos inimigos. Está escrito no Salmo 108, 4: Em resposta ao meu afeto me fizeram mal; eu, porém, orava.

— Em segundo lugar, a oração é um meio útil e eficaz para a realização de todos os nossos desejos. Tudo o que pedirdes na oração, diz Jesus, crede, recebereis. (Mc 11,24)
Se não somos atendidos, será porque — ou não pedimos com insistência: é preciso rezar sem descanso (Lc 18, 1) — ou então não pedimos o que é mais útil à nossa salvação.
“O Senhor é bom, diz Santo Agostinho, muitas vezes não nos concede o que queremos, para nos dar os bens, que desejaríamos receber, se nossa vontade estivesse bem de acordo com a sua divina vontade”.

São Paulo é exemplo disso, pois, por três vezes, pediu para ficar livre de um forte sofrimento em sua carne e não foi atendido (cf. II Cor 12,8).


— Em terceiro lugar a oração é útil, porque nos torna familiares de Deus. Que minha oração suba até vós, como a fumaça do incenso, diz o Salmista (Sl 140, 2).

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Fonte: Do livro “O Pai-nosso e a Ave-Maria: sermões de S. Tomás de Aquino”. 

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domingo, 14 de maio de 2017

GENUFLEXÃO:



É um ato de adoração ao SENHOR DEUS, pelo qual dobramos um de nosso joelho direito ou os dois juntos até tocar o solo e voltamos à posição normal.




Em que momento devemos fazer a genuflexão com um joelho?

Quando entramos na igreja, antes de sair da igreja e cada vez que passamos na frente do sacrário.

E quando devemos fazer a genuflexão com os dois joelhos?

Devemos genuflectir com os dois joelhos sempre que COMUNGARMOS O CORPO DE DEUS e quando o SACRÁRIO  ESTIVER ABERTO, ou quando um padre estiver ELEVANDO A HÓSTIA NA CONSAGRAÇÃO DE UMA MISSA e que entrarmos nessa hora na igreja, ou ainda se o padre estiver distribuindo a comunhão. Também devemos fazer esta genuflexão com os dois joelhos quando o Santíssimo Sacramento estiver exposto na Custódia, para nossa adoração.

Como se faz esta genuflexão com os dois joelhos?
Devemos nos por de joelhos completamente, fazer uma leve inclinação com a cabeça, DIZER: MEU SENHOR E MEU DEUS! e, nos levantarmos em seguida.

Além da água benta, da genuflexão e da oração, o que mais se pede quando se entra numa igreja?
Devemos estar vestidos adequadamente, tipo que não seja roupa de banho. Prestar atenção na celebração, evitar de sair para comprar pipocas, guloseisas, pegar água o tempo todo (por vício ou brincadeira).Também, quando não se puder ajoelhar-se por problemas de saúde, isso é plausível, aceitável e, claro que Nosso Senhor entenderá.



OBSERVAÇÕES IMPORTANTES:
Quando não há a presença do Senhor no Santíssimo Sacramento, ou quando o sacrário não se encontra atrás do Sagrado Altar, sempre que se passa pelo altar deve se fazer uma reverência, para o Altar!

A inclinação do corpo, ou inclinação profunda, faz-se ao altar as orações:

 Purificai o meu coração (Munda cor meum)
 e De coração humilhado (In spíritu humilitátis); 
no Símbolo às palavras E encarnou pelo Espírito Santo (Et incarnátus est); 
no Cânone Romano às palavras Humildemente Vos suplicamos (Supplices te rogamus). 

Também o diácono faz inclinação profunda ao pedir a bênção, antes da proclamação do Evangelho. Além disso, o sacerdote faz uma pequena inclinação enquanto diz as palavras do Senhor, na consagração.

terça-feira, 11 de abril de 2017

ANIMAIS APROXIMADORES DO 'BEM':




O exemplo que Santo Antônio Claret tirou dos animais:




O Espírito Santo me diz: “Vai ter com a formiga, ó preguiçoso, observa seu proceder e dela a aprende a sabedoria” (Pr 6,6).

Desejo aprender não só da formiga, mas também do galo, do burro e do cão.


O galo


“Quem deu inteligência ao galo?”(Jó 38,36); “E nesse instante um galo cantou” (Mt 26,74).

  1. O galo acorda-me e eu, como Pedro, devo me lembrar dos pecados para os chorar;
    . 
  2. Assim como o galo canta de dia e de noite, assim tenho de louvar a Deus a cada hora e levar os outros a fazer o mesmo.
  3. O galo vigia o galinheiro dia e noite. Eu devo cuidar noite e dia das almas que o Senhor
    me confiou.
  4. O galo, ao perceber o menor ruído de perigo, dá alarme. Eu devo fazer o mesmo. Exortar as pessoas ao menor perigo de pecar.
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  5. O galo defende seu terreiro quando o gavião ou outro animal ou ave de rapina vem para atacar. Devo defender as almas que o Senhor me confiou, contra os gaviões dos vícios, erros
    e pecados.
  6. O galo é muito generoso, se encontra comida, chama as galinhas. Devo abster-me das comodidades e ser generoso e caritativo, principalmente com os mais necessitados.
  7. O galo, antes de cantar, agita as asas. Eu, antes de pregar, devo agitar as asas do estudo e da oração.
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  8. O galo é muito fecundo. Eu o devo ser, espiritualmente, a tal ponto, que possa dizer como o apóstolo Paulo: “Pelo Evangelho, eu vos gerei em Cristo” (1Cor).

O burro

  1. O burro é o animal mais humilde por natureza. Seu próprio nome denota desprezo, sua habitação, uma cocheira. Sua comida é palha e pobre os seus arreios. Também devo ser humilde, pobre na moradia, na roupa e na comida, para dar exemplo às pessoas como Jesus Cristo. Já que, pela natureza frágil, minha tendência é para o orgulho e o poder.
  2. O burro é um animal muito paciente. Leva pessoas e cargas, recebe pancadas, sem se queixar. Hei de levar com paciência a carga dos deveres e sofrer com resignação, trabalhos, perseguições e calúnias.
  3. Nossa Senhora serviu-se do burro para Sua viagem na fuga para o Egito, com a perseguição de Herodes. Também me ofereço a Maria para levar o seu nome a toda a parte com prazer e alegria. Também meditar com devoção os santos mistérios, particularmente
    os dolorosos.
  4. Jesus usou um jumento para sua entrada triunfal em Jerusalém. Peço a Jesus que se digne a servir-se de mim para levar a toda gente o seu triunfo sobre o mal dos pecados e com ele entrar triunfante na Glória do Pai. A Ele todo louvor e toda a glória que lhe puder dar em minha vida missionária.

O cachorro


“Cães mudos que não sabem latir” (Is 56,10).

  1. O cão é um animal tão fiel e constante companheiro do seu dono, que nem a pobreza nem o trabalho o separam dele. A mesma fidelidade e constância devem ligar-me ao meu Senhor Jesus Cristo e conservar-me no meu serviço.
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    Direi com São Paulo: “Nem a vida, nem a morte, nem outra coisa qualquer, me pode separar do amor de Cristo” (Rm8,35).
  2. O cachorro é um animal leal. Mais obediente que um filho ou um empregado, mais dócil que uma criança. Não só faz voluntariamente o que manda seu dono, mas olha a fisionomia do seu senhor para conhecer sua intenção e vontade, a fim de cumpri-lasem esperar que o mande.
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    E ainda o faz com a maior prontidão e alegria e ainda corresponde aos afetos do dono, de tal maneira que é amigo dos amigos e inimigos dos estranhos a seu dono. Devo possuir essas excelentes qualidades e fazê-las servir a meu Deus e Senhor.
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    Farei, portanto, o que ele mandar diretamente ou por intermédio dos seus representantes. Os amigos de Deus serão meus amigos e os seus inimigos tratarei com respeito, porém sem tolerâncias. E sem contestação, deverei lutar contra os inimigos da alma, visto não serem amigos de Deus.
  3. O cachorro vigia durante o dia e à noite redobra a sua vigilância. É o guarda fiel. Se suspeita das más intenções de alguém, ladra sem parar e avança, se decide. A defesa de seu dono está acima de tudo.
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    Proponho vigiar-me também e estar contra os inimigos de Deus.
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  4. O maior prazer do cão é estar e andar na presença de seu dono. Mostrar-lhe contentamento. Procurarei andar sempre, com prazer e alegria na presença de meu Deus, o querido Senhor, e assim não pecarei e serei perfeito, segundo a palavra do Senhor à Abraão: “Anda na minha presença e sê perfeito”(Gn 17,1).
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Fonte: retirado da autobiografia de Santo Antônio Maria Claret.


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INFERNO:

Será que os tempos mudaram?

“O Inferno”. Iluminura do livro “Les Très Riches Heures du duc de Berry” (Atualmente conservado no museu Condé, em Chantilly).
“O Inferno”. Iluminura do livro “Les Très Riches Heures du duc de Berry” (Atualmente conservado no museu Condé, em Chantilly).
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Imaginemos um teólogo em cujo espírito germinasse 
ideia nova…
Sobre uma doutrina já consagrada e sempre ensinada na Igreja Católica, 
qual seja a da existência do inferno e de sua eternidade.
Era de se supor que ele bem poderia colocar em risco seu futuro e cair no 
ostracismo.
Em não longínquo passado o ex-frei Leonardo Boff;
Foi condenado pela Sagrada Congregação para a Doutrina da Fé e reduzido 
ao silêncio por defender erros teológicos.
Ele voltou a ensinar o erro ao afirmar, a respeito de um poeta pernambucano 
prestes a morrer, que Deus não condena ninguém para sempre.

Ora, a fé nos assegura que o fogo do inferno e 

os tormentos  dos condenados são eternos.
Não se trata de opiniões controvertidas entre os
teólogos e estudiosos.

A eternidade do inferno é uma verdade de fé que nenhuma autoridade pode 
mudar — nem sequer o Papa;
Pois está expressa nas próprias Sagradas Escrituras, tanto no Antigo quanto 
no Novo Testamento.
As Escrituras opõem-se à ideia de que o inferno não seja eterno ao afirmar: 
“Apartai-vos de mim, malditos, para o fogo eterno” (Mt 25, 41).

De onde se segue que, se o fogo é eterno, 

também o é o 
suplício do condenado.
Não haveria razão para Deus ter criado um fogo 
eterno se 
não fosse para castigar eternamente os condenados.

Em outro lugar nas Escrituras pode-se ler: “Irão estes para o fogo eterno” 
(idem 46). 
“Ir para a geena, para o fogo inextinguível, onde o seu verme não morre e 
o fogo não se apaga” (Mc 9, 43a 44).
No Apocalipse 14, 11 está escrito:
“A fumaça dos seus tormentos subirá pelos séculos dos séculos.
Não terão descanso algum, nem de dia nem de noite, esses que adoram a 
besta e a sua imagem, e todo aquele que acaso tenha recebido o sinal do 
seu nome”.

Uma pena que não fosse eterna — e durasse pouco —
 faria com que o inferno deixasse de ser inferno e Deus 
deixasse de ser Deus.

O Castigo e o Prêmio são eternos

Ao meditar sobre a eternidade do inferno, Santo Afonso Maria de Ligório 
nos sugere multiplicar todos os milhões de anos em infinitas vezes.
O resultado dessa multiplicação mostraria que o inferno estaria apenas 
começando…
Uma coisa é a bondade de Deus, que persegue o pecador para 
convertê-lo, afastá-lo do mau caminho, concedendo-lhe graças, dons,
e até mesmo castigos.
Outra coisa é a bondade e a misericórdia da Igreja, sempre de coração 
aberto e mãos estendidas para receber e perdoar o pecador convertido.

Não podemos confundir esse pecador com aquele

que não abandona o seu mau procedimento e morre 
empedernido.
Se assim viveu e morreu foi por sua própria culpa.

Escolheu livre e espontaneamente o lugar que se chama inferno.
Deus dá o prêmio aos bons e o castigo aos maus.
Como Deus é eterno, também eternos são o prêmio e o castigo.
Deus deixaria de ser Deus se fosse apenas misericordioso e não desse o 
prêmio e o castigo de acordo com as obras.
Deus é misericordioso porque justo.
Esta eternidade é de fé, porque revelada por Deus, e não uma simples 
opinião.

“Apartai-vos de Mim malditos para o fogo eterno.
Irão estes ao suplício eterno. Pagarão a pena da eterna perdição.
Todos serão assolados pelo fogo” (Mt 25, 41. 46; 1Ts1,8; Mc 9,48).

Assim como o sal conserva o alimento, o fogo do inferno atormenta os
 condenados, mas ao mesmo tempo tem a propriedade do sal ao 
conservar-lhes a vida.
“Ali o fogo consome de tal modo — disse São Bernardo — que conserva 
sempre”.
Santo Afonso ensina:

“O poço não fecha a sua boca, porque se fechar 

a abertura 
em cima, se abrirá em baixo para devorar os 
réprobos”. 

Continua ele: “Enquanto vivo, o pecador pode ter alguma esperança, mas, 
se a morte o surpreender em pecado, perderá toda esperança” (Pr 11,7).
Se os condenados pudessem ao menos embalar-se em alguma enganosa 
ilusão que aliviasse o seu desespero horrível…
Afinal, um infeliz delinquente condenado à prisão perpétua também procura 
alívio em seu pesar, na esperança remota de evadir-se e obter assim a 
liberdade.
Mas o condenado não pode sequer ter a ilusão de que um dia poderá sair
 de sua prisão!

Não, no inferno não há esperança.

O desgraçado réprobo terá sempre diante de si a sentença que o obriga a 
gemer perpetuamente nesse cárcere de sofrimentos.
“Uns para a vida eterna, e outros para o opróbrio que terão sempre diante
 dos olhos” (Dn 12,2).
Para Santo Afonso, o réprobo não sofre somente a pena de cada instante, 
mas sofre a cada instante a pena da eternidade.
Eis o que está escrito no Eclesiastes: 
“Quando as nuvens estiverem carregadas, derramarão chuvas sobre a terra.
Se a árvore cair para a parte do meio dia, ou para a do norte, em qualquer 
lugar onde cair, ficará” (Ecl. 11, 3).

Tal é a sorte do justo e do pecador: ficará para sempre, 
no Céu ou no inferno.
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Fonte: www.abim.inf.br

segunda-feira, 10 de abril de 2017

DEUS:

FONTE INESGOTÁVEL!



"O Universo é uma fonte inesgotável de energia... 
A conexão com essa fonte só nós podemos realizar,
mantendo sempre acesa a chama dos bons sentimentos,
da Fé, do Amor e da Esperança... 
A consciência do que fazemos 
e pensamos é a fonte da nossa energia que se conecta com o Universo... 
Física e espiritualmente, escolha sempre o melhor
e mantenha a sua fonte de energia sempre carregada de Luz!"

SEMANA SANTA:COMEÇO!

O Rei Entra 

em Jerusalém Montado em 

um Jumentinho.

Entrada de Jesus em Jerusalém
Entrada de Jesus em Jerusalém
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A entrada “solene” de Jesus em Jerusalém 

A
 Semana Santa começa no Domingo de Ramos;
Porque celebra a entrada de Jesus em Jerusalém montado em 
um jumentinho – o símbolo da humildade – e aclamado pelo povo 
simples, que O aplaudia como:

“Aquele que vem em nome do Senhor”

Esse povo tinha visto Jesus ressuscitar Lázaro de Betânia havia poucos 
dias e estava maravilhado.
Ele tinha a certeza de que este era o Messias anunciado pelos profetas;
Mas esse mesmo povo tinha se enganado no tipo de Messias que Cristo era.
Pensavam que fosse um Messias político, libertador social que fosse arrancar
 Israel das garras de Roma e devolver-lhe o apogeu dos tempos de Salomão.

Para deixar claro a este povo que Ele não era um Messias
 temporal e político, um libertador efêmero;
Mas o grande Libertador do pecado, a raiz de todos os 
males, então;

O Senhor entra na grande cidade, a Jerusalém dos patriarcas e dos reis 
sagrados, montado em um jumentinho; expressão da pequenez terrena.

Ele não é um Rei deste mundo!

Dessa forma, o Domingo de Ramos dá o início à Semana Santa, que 
mistura os gritos de hosanas com os clamores da Paixão de Cristo.
O povo acolheu Jesus abanando seus ramos de oliveiras e palmeiras.
Esses ramos significam a vitória:

“Hosana ao Filho de Davi: bendito seja o que vem em 
nome do Senhor, o Rei de Israel; hosana nas alturas”

Os ramos santos nos fazem lembrar que somos batizados, filhos de Deus;
Membros de Cristo, participantes da Igreja, defensores da fé católica, 
especialmente nestes tempos difíceis em que esta é desvalorizada e 
espezinhada.

Os ramos sagrados que levamos para nossas casas, 
após a Missa;
Lembram-nos de que estamos unidos a Cristo na mesma 
luta pela salvação do mundo, a luta árdua contra o pecado;
Um caminho em direção ao Calvário, mas que chegará à Ressurreição.

O sentido da Procissão de Ramos é mostrar essa peregrinação sobre a terra 
que cada cristão realiza a caminho da vida eterna com Deus. 
Ela nos recorda que somos apenas peregrinos neste mundo tão passageiro, 
tão transitório, que se gasta tão rapidamente.
E nos mostra que a nossa pátria não é neste mundo, mas sim na 
eternidade, 
que aqui nós vivemos apenas em um rápido exílio em demanda da 
casa do Pai.



O Domingo de Ramos nos ensina que seguir o Cristo é renunciar 
a nós mesmos;

Morrer na terra como o grão de trigo para poder 
dar fruto, enfrentar os dissabores e ofensas por 
causa do Evangelho do Senhor.

Ele nos arranca das comodidades e das facilidades, para nos colocar
 diante d’Aquele que veio ao mundo para nos Salvar.

Fonte: Sagrado Coração de Jesus

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