AS MAIS POPULARES

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

VÉU: NO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

POR QUÊ?
Em algumas igrejas podemos ver um véu, ou pequena cortina, que cobre a porta do sacrário. Esse véu, denominado conopeu, está intimamente relacionado com a lâmpada do Santíssimo Sacramento.
Ambos fazem parte dos ornamentos litúrgicos e símbolos utilizados pela Igreja Católica para realçar a dignidade do augusto lugar onde se conservam as Espécies Eucarísticas, nas quais Nosso Senhor Jesus Cristo Se encontra presente em Corpo, Sangue, Alma e Divindade.
conopeu acompanhou a evolução da forma do próprio sacrário ao longo dos séculos. Nos primórdios do Cristianismo, o Santíssimo Sacramento era conservado num recipiente suspenso acima do altar e totalmente coberto por um véu. Conserva-se ainda esse costume em alguns ritos orientais da Igreja Católica.

No conopeu podemos ver uma referência ao véu do Templo de Jerusalém, que separava o Lugar Santo do Lugar Santíssimo, chamado também de Santo dos Santos, onde só podia entrar o sumo sacerdote.
Na lâmpada do Santíssimo Sacramento, um símbolo da luz que ardia continuamente no Templo, indicando aos israelitas a presença de Deus entre eles. Assim, em nossas igrejas o conopeu e a lamparina acesa assinalam a presença de Jesus Cristo vivo no tabernáculo.
Segundo as normas litúrgicas, pode-se usar em todos os dias do ano o conopeu branco, cor da Eucaristia, ou variar de acordo com a cor litúrgica do dia: verde no Tempo Comum, roxo no Advento e na Quaresma, branco nas festividades de Nossa Senhora, das virgens e dos santos não mártires, vermelho nas comemorações de Nosso Senhor Jesus Cristo e dos mártires. 

(Compartilhado da revista “Arautos do Evangelho”, nº 178, outubro de 2016)

sábado, 14 de julho de 2018

MARIA SANTÍSSIMA: esposa do Espírito Santo

Por quê?

Nossa Senhora com o Espírito Santo
Nossa Senhora com o Espírito Santo

.
Sabemos que, acima de todos os santos e anjos, 
o Divino esposo amou Maria, como acentua Suárez 
com S. Lourenço Justiniano e outros.
.
D
esde o princípio amou-a, exaltando-a em santidade sobre todas 
as criaturas, insinua Davi com as palavras: Seus alicerces estão 
sobre as montanhas santas;
.
O Senhor ama as portas de Sião mais do que a todas as tendas 
de Jacó… e o mesmo Altíssimo a fundou (Sl 86,5). 
.
Tais expressões significam que Maria foi santa desde o 
momento de sua conceição.
.
É o que parecem dizer ainda outras palavras do 
Espírito Santo, nos Provérbios: Muitas filhas 
ajuntaram riquezas, tu excede a todas (31,9).
.
Se, pois, a todas excedeu em riquezas da graça, possuiu também 
por conseguinte a justiça original, como a possuíram Adão e os anjos.
De mais a mais, nos Cânticos nós lemos:
Estão comigo um sem-número de virgens, mas uma só é a 
minha pomba, a minha perfeita (no hebraico: minha imaculada).
Achou-a por isso o anjo logo cheia de graça, mesmo antes de ser 
Mãe de Deus, e saudou-a nestes termos: Ave, cheia de graça!
.
Aos outros santos a graça é dada em parte, contudo
 a Maria foi dada em sua plenitude.
.
De modo que, observa São Tomas, a graça santificou não só 
a alma, senão também a carne de Maria, a fim de que com ela 
revestisse depois o Verbo Eterno.
Tudo isso nos levar a reconhecer, com Pedro de Celes, que Maria 
desde sua conceição foi cumulada com as riquezas da graça pelo 
Espírito Santo.
.
.
Fonte: Retirado do livro “Glórias de Maria” Santo Afonso de Ligório

sexta-feira, 15 de junho de 2018

SOFRIMENTO:

Por que Deus permite o sofrimento? 

O sofrimento de Cristo por nós.
Nosso Senhor sofreu por nós. Nunca devemos nos esquecer disso

.
Do ponto de vista natural, pode-se dizer que o sofrimento
 decorre da própria natureza do homem.

T
odo ser dotado de sensibilidade está sujeito à dor, assim como à alegria.
Quando os objetos ou as pessoas estão em harmonia com sua sensibilidade,
ela experimenta prazer;
Quando, ao contrário, ferem essa sensibilidade, ele sofre. É possível, 
portanto, sofrer sem culpa própria.
Mas a fé nos ensina que o sofrimento entrou no mundo por causa 
do pecado. Por um ato de bondade infinita e essencialmente 
gratuita, 
Deus havia preservado o homem da dor.
Criado em lugar de delícias, ele devia, se fosse fiel a Deus, passar deste
 Paraíso terrestre diretamente para o Céu, para nele gozar por toda a 
eternidade, de uma felicidade sem sombras.
O pecado de Adão, transmitido a seus descendentes, veio transtornar 
este belo plano.

Com o pecado, a dor e a morte entraram no mundo, 
não somente como uma consequência natural da 
sensibilidade, mas também como um castigo pelo 
pecado.

Era justo: pois, tendo o homem pecado por um amor desordenado ao 
prazer, para satisfazer o seu orgulho e a sua sensualidade, era bom que 
ele sofresse para expiar a sua falta, e;
Para sentir-se mais inclinado a evitar toda a transgressão, vendo 
que há uma justiça imanente e que o culpado é punido por seu
 pecado.

Assim, o sofrimento que parece ser um mal, torna-se 
um bem na ordem moral, uma reparação e um preventivo
 contra novas transgressões.

Essa ideia se torna mais clara com o grande mérito da Redenção.
Para reparar a ofensa infinita cometida contra Deus por nossos primeiros 
pais e por sua posteridade,
O Filho de Deus consente em fazer-se homem, e tornar-se o representante 
da Humanidade culpada;
Em assumir sobre si o peso de nossas iniquidades, em expiá-las 
por trinta e três anos de sofrimentos e, sobretudo, pela imolação 
no Calvário.
Assim, o sofrimento é reabilitado, enobrecido e divinizado. Já não é mais
 somente um castigo mas um ato de obediência aceito voluntária e 
generosamente por amor;
Um ato que, na pessoa de Jesus Cristo, tem um valor infinito.

Por ele, Jesus glorifica a Deus muito mais do que o pecado 
que O havia ofendido, e coloca o homem, sob vários pontos 
de vista, a um estado superior ao de Adão inocente.


Esse ato tem para nós, portanto, as mais felizes consequências. 

Associando 

nosso sofrimento aos seus, Nosso Senhor lhe confere um valor

 incomensurável.

Eles se tornam, não mais um castigo, mas uma reparação: nós 
havíamos pecado 
por desobediência e por egoísmo;
Ao sofrer com Jesus e por suas intenções, reparamos nossa 
falha por um
 ato de obediência e de amor.
Mas, além disso, utilizamos o sofrimento para progredir na santidade: 
cada dor pacientemente suportada por amor a Jesus aproxima-nos de
 Deus e aumenta 
nosso amor por Ele.
E aumenta, ao mesmo tempo, a glória que nos caberá no Céu:

Como afirma São Paulo, nossas tribulações são breves e 
fáceis de suportar, em comparação com a glória imensa e 
eterna que receberemos em recompensa!

Por isso o apóstolo se alegra em suas enfermidades e se gloria em suas 
tribulações, feliz por uni-las às do Cristo Jesus e completar assim Sua
Paixão, 
para o maior bem da Igreja e das almas.
Milhões de santos, caminhando nas pegadas do Mestre, sofreram e 
sofrem com alegria; dentre eles, muitos se ofereceram como vítimas, 
seja à Justiça divina 
para expiar suas faltas e as dos outros;
Seja ao Amor, para serem consumidos pela Divina Caridade, 
para viver e morrer como mártires e assim ter uma parte maior 
na eterna visão e no eterno amor.
.
.
Fonte: “A Divinização do Sofrimento” – Pe. Adolphe Tanquerey.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

QUEM SOMOS? O TÚMULO EXPLICA!

O corpo na tumba – Subter te sternetur tinea, et 

operimentum tuum erunt vermes – “Debaixo de 

ti se estenderá por cama os insetos, e a tua coberta 

serão os bichos” (Is 14, 11).

Momento de expiação, tumba
Momento de expiação
.
Meu irmão, para ver melhor o que és, aproxima-te 
de um túmulo.

Eis como daquele cadáver sai uma matéria infecta, na qual se gera 
uma multidão de vermes que se nutrem da carne. Caem as faces,
os lábios, os cabelos.
E finalmente, daquele corpo nutrido com tanta delicadeza, causa 
talvez de tantas ofensas do Senhor, não resta nada senão um 
esqueleto fétido, um punhado de pó.

Quantos têm, à vista de um cadáver, deixado 
o mundo e entrado numa ordem religiosa!

I. Para melhor ver o que és, ó cristão, diz São João Crisóstomo: 
Perge ad sepulchrum – “vai visitar os túmulos”.
Vê como esse cadáver se vai tornando de amarelo em negro. 
Em seguida aparece pelo corpo todo uma penugem branca e 
repelente. Sai dela uma matéria viscosa e infecta que corre pela terra.
Nesse pus gera-se em breve uma multidão de vermes que se 
nutrem das carnes.
Despegam-se e caem as faces, os lábios, os cabelos; e daquele 
corpo só resta finalmente um esqueleto fétido, que com o 
tempo se divide, destacando-se os ossos uns dos outros, e 
separando-se a cabeça do tronco.
Redacta quasi in favillam aestivae areae, quae rapta sunt vento – 
“Como a miúda palha, que o vento leva fora da eira em tempo de 
estio”. Tal é o homem, um pouco de pó arrastado pelo vento.

Onde está aquele cavalheiro, outrora encanto 
e alma da sociedade?

Entra no seu quarto; já lá não está. Se procurares o seu leito, saberás
que foi dado a outro. Os vestidos, as armas: outros já tomaram posse 
delas e as dividiram entre si.
Se o queres ver, vai a essa cova, onde jaz em podridão e com os ossos
 descarnados.
Ó Deus! A que estado ficou reduzido o corpo nutrido com tanta 
delicadeza, vestido com tanta pompa, cercado de tantos servos!
Quantos têm, à vista de um cadáver, deixado o mundo e entrado 
numa ordem religiosa!
II. Santos do céu, como haveis sido prudentes, vós que pelo amor 
de Deus, a quem só amastes na terra, soubestes mortificar o vosso 
corpo.
Agora, vossos ossos são conservados e honrados como relíquias 
santas em relicários de ouro, enquanto que vossas belas almas 
gozam de Deus, esperando o dia final em que vossos corpos irão 
também tomar parte na glória eterna, como tomaram parte na cruz 
durante a vida.

É assim que se ama verdadeiramente o corpo, 
carregando-o neste mundo de aflições, afim de 
que seja eternamente feliz e recusando-lhe as 
doçuras que o tornariam infeliz na eternidade.

Aí está, meu Deus, o que deve ser um dia este corpo, pelo qual 
tanto Vos ofendi, presa dos vermes e da podridão!
Mas não me aflijo, ó Senhor, antes me regozijo, de que assim se 
deve corromper e consumir esta carne, que me fez perder-Vos, ó 
soberano Bem.
O que me aflige é ter-Vos dado tantos desgostos, só para alcançar 
mais algum prazer. Não quero, porém, desconfiar da vossa 
misericórdia. Vós esperastes por mim para me perdoar:

Expectat Deus, ut misereatur vestri.

Quereis perdoar-me, se eu me arrepender. Oh, sim! Eu me arrependo 
de todo o meu coração, de Vos haver desprezado, ó bondade infinita.
Dir-Vos-ei com Santa Catarina de Gênova:

“Meu Jesus, nunca mais pecarei; não, nunca mais 
pecarei! Não, não quero mais abusar de vossa paciência.”

Ó meu amor crucificado, não quero esperar para Vos abraçar até que 
me sejais apresentado pelo confessor no momento da morte.
Desde já Vos abraço; desde já Vos recomendo a minha alma: In manus 
tuas, Domine, commendo spiritum meum.

A minha alma entregou-se anos e anos ao mundo e 
não Vos amou: dai-me a luz e a força para Vos amar
 o resto de minha vida.

Não quero, para Vos amar, esperar pela hora da morte; desde já Vos amo, Vos abraço, e Vos estreito ao coração; e prometo nunca mais abandonar-Vos.

Ó Virgem Santíssima, ligai-me a Jesus Cristo e 
alcançai-me a graça de nunca mais o perder.
.
Fonte: Meditações para todos os dias e festas do ano – Santo Afonso Maria de Ligório.
.

sexta-feira, 18 de maio de 2018

ORAÇÃO PELOS FILHOS:

Ó Jesus, Salvador e Redentor dos homens;
Que restituístes a uma mãe e filho único cuja perda chorava, e que na parábola do filho pródigo mostrastes tão carinhosa misericórdia para com os filhos transviados;
Dignai-vos converter o meu, infelizmente arrastado para longe de Vós, de mim e do dever. Ah! Pobre de meu filho!
.
Ó meu Deus, suplico-vos, imploro-vos com lágrimas: abri-lhe os olhos, tocai-lhe o coração, quebrai os laços que o retêm, dai-lhe coragem.

.
Volte depressa a gozar as puras ternuras da família, e de lance com vossos braços qual outro Santo Agostinho.

Que estreite vossos pés sagrados, à imitação de Madalena arrependida.
Ó meu Deus, se aos vosso olhos aos quais nada se esconde, carregasse eu com a tremenda responsabilidade dos desvarios que lamento;
Se, por culposa fraqueza e negligência, deixei que se desenvolvessem na alma do meu filho perigosos germens;
.
Se lhe autorizei de certo modo os desmando, pela leviandade das minhas palavras ou do meu proceder;

.
Ah! Senhor, enternecei-vos à vista de um castigo tão cruel. Vede meu arrependimento; vede a dor expiatória de tais pecados;

Perdoai-nos a ambos, a fazei que nos unamos a Vós para sempre. Assim seja.
.
.
.
Fonte: Do livro “Orações do fiel católico”


SANTA VIRGEM:

Na ladainha invocamos a Santa Virgem lembrando 
cinco de suas prerrogativas que, aliás,
 se completam:


Invocamo-la como mãe, como virgem, a obra-prima de Deus designada em figuras e símbolos, o socorro nas aflições de qualquer tipo e enfim, a rainha por excelência.

Alguns dos títulos requerem uma palavra de esclarecimento.
Espelho de Justiça. O termo justiça sendo tomado no sentido bíblico de santidade, diz-se da Virgem espelho de justiça porque ela é o reflexo sem mancha da santidade de Deus.
O termo vaso, que é retomado três vezes, é igualmente empregado no sentido bíblico. Nesse caso, parece legítimo compreendê-lo como: ser, criatura.
Maria é o vaso espiritual porque ela é criatura, a única criatura humana, que desde sempre e no próprio instante de sua concepção imaculada, foi a residência do Espírito Santo.
Ela é o vaso honorífico no sentido de que é digna de honra mais que todas as outras criaturas do céu e da terra.
Enfim, como Ela nunca deixou de ser devota aos desígnios de Deus – a Seus desígnios mais alto que é a encarnação redentora – reconhecemos que Ela é animada pela devoção mais insigne: eis a serva do Senhor.
Ninguém ignora que a rosa é símbolo de amor; como Maria é cheia de graça e de amor, nós a proclamamos rosa mística.
Maria nos protege com a força e inteligência de uma mãe contra a Serpente infernal e seus sequazes; podemos então compará-la a uma torre.
.
Maria nos protege mais seguramente de todos os atrativos do pecado porque ela própria nunca deu ao pecado a menor chance; ela é puríssima; o brilho do marfim pode nos sugerir, mas de um modo deficiente, sua pureza imaculada.
Em todo caso, na intervenção de Maria, pureza e proteção vão sempre juntas; ela é a torre de marfim.
Maria em seu seio virginal deu um corpo humano ao Filho de Deus; ela é comparável a uma casa de beleza inestimável: casa de ouro.
arca da aliança continha somente as Tábuas da Lei. Mas Maria conteve Aquele que o céu e a terra não podem conter.
Maria está muito mais próxima de Deus do que o mais sublime dos anjos, pois Ela é a Mãe de Deus.
Ela está muito mais perto de Deus e de uma outra maneira, tendo dado seu corpo ao Filho de Deus.
Ela é então muito mais elevada do que os anjos; Ela tem autoridade sobre eles, que ficam encantados por serem súditos de seu império e fazem de executar suas ordens um ponto de honra. Ela é verdadeiramente Rainha dos Anjos.
Os Patriarcas e os Profetas que esperavam e anunciavam o Messias, o Redentor da humanidade culpável, deviam também inevitavelmente, elevar os olhos para a Mãe do Messias, a Virgem que devia dar à luz, a mulher entre todas as outras bendita, que esmagaria por fim a cabeça da Serpente.
Essa espera, que se prolongava pelos séculos e séculos, tinha começado no coração de Adão e Eva, os pais do gênero humano, logo depois do primeiro pecado, com o primeiro perdão do Pai celeste.
A espera, a esperança, o anúncio profético então se tornaram precisos ao longo do Antigo Testamento.
E os Patriarcas e Profetas anunciavam ao mesmo tempo que o Redentor e o Rei dos reis, a Virgem santíssima que devia colocá-lo no mundo e que reinaria à sua direita (Salmo 44… astitit Regina a dextris tuis).
Maria é invocada, com plena exatidão, como Rainha dos Patriarcas e dos Profetas.
Ela então veio. Na véspera do dia em que ia começar a plenitude dos tempos, na primeira aurora que precederia imediatamente o dia de nossa libertação, eis que na vara de Jessé, uma flor se abre.
Enfim aparece nesse mundo a pequena menina que os Patriarcas e os Profetas tinham esperado tanto, a filha de Ana e de Joaquim, de Adão e Eva, que não tinha nenhum traço do pecado dos primeiros pais.
Ela veio cheia de graça e de santidade, mais santa do que jamais será nenhum dos santos da Santa Igreja.
Ela está numa linha de santidade reservada somente a Ela: a santidade da mulher bendita que deveria dar a uma Pessoa divina sua natureza humana;
..
A santidade daquela que, dizendo a Deus meu filho em toda propriedade do termo, é introduzida, por aí mesmo, na intimidade da Trindade, muito mais profundamente do que qualquer outra criatura.
Situada numa linha de santidade absolutamente própria e reservada, porque está próxima do Redentor a ponto de ser sua Mãe, é inevitável que Ela possua em superabundância a graça e a caridade que fazem os outros santos. Sua excelência em relação a eles é coisa necessária.
Ela penetrou os segredos do Evangelho, ela meditou-os em seu coração com mais fervor e inteligência do que os Apóstolos e evangelistas; eis porque sem ter pregado o Evangelho ela é Rainha dos Apóstolos.
Sua união à dolorosíssima Paixão de Jesus foi mais dilacerante do que os suplícios dos maiores mártires; ela é então a Rainha dos Mártires.
Sem ter celebrado os santos mistérios nem confessado a fé do modo ordinário dos confessores, ela deu testemunho dessa fé na presença de Deus, dos anjos e dos homens com a força e constância da santa Mãe de Deus; é então inteiramente justo aclamá-la como Rainha dos Confessores.
Enfim sua virgindade foi de tal modo humilde, transparente, penetrada de caridade para com Deus, que Ela mereceu tornar-se Mãe de Deus permanecendo virgem;
O Verbo de Deus devia de alguma forma consagrar a virgindade daquela que lhe dava sua natureza humana; verdadeiramente Rainha das Virgens

Rainha de todos os santos.
.

Fonte: Pe. Roger- Thomas Calmel O.P.

domingo, 6 de maio de 2018

MÊS DE MARIA:

8 CONSELHOS PARA ALEGRAR O CORAÇÃO DA IMACULADA:

Em maio, mês de Maria, selecionamos algumas dicas que poderão te ajudar a viver mais intensamente estes dias marianos:




1. Ambientar um lugar:

O primeiro é ambientar a casa, o escritório ou o lugar onde esteja.

Há lares ou locais de trabalho católicos que costumam montar um altar, em um lugar especial, com uma imagem ou quadro da Virgem, adornado de flores e tecidos.

No escritório, é possível colocar uma imagem de Nossa Senhora ao lado do teclado ou como fundo de tela do computador e também do celular.

2. Leitura sobre a Virgem:

Para se aprofundar mais nas maravilhas que Deus realizou e segue realizando na Virgem Maria, é recomendável ler algumas passagens bíblicas como a Anunciação, o Nascimento de Jesus, a Apresentação do menino no templo e Maria aos pés da cruz.

Por outro lado, um fato que também contém muitas mensagens para o mundo e vem dos lábios da própria Mãe de Deus é a Aparição da Virgem de Fátima aos três pastorezinhos, cuja festa é celebrado no próximo 13 de maio.

3. Rezar o Rosário:

Como se sabe, a oração do Santo Rosário é uma das prediletas da Igreja que a própria Santíssima Virgem ensinou São Domingos de Gusmão a rezar.

Dentro das promessas da Rainha do Rosário tiradas dos escritos do Beato Alano della Rupe estão:

Prometo minha especialíssima proteção e grandes benefícios aos que devotamente rezem meu Rosário; a alma que se encomende a mim pelo Rosário não perecerá.

4. Participar de procissões:

Um costume que ainda se vive em alguns lugares é a oração da aurora, na qual um grupo de fiéis sai em procissão pelas ruas nas primeiras horas com uma imagem da Virgem Maria, invocando o auxílio de Maria com o Rosário, orações marianas e cantos.

5. Receber os sacramentos:

Do mesmo modo, não pode haver verdadeira devoção à Virgem se não participar dos sacramentos, especialmente da Confissão e da Eucaristia, onde Jesus nos espera com os braços abertos.

6. Realizar obras de Misericórdia:

Convencidos do amor de Maria pela humanidade e fortalecidos com as graças sacramentais de nosso Senhor Jesus Cristo, é tempo de sair em ação ajudando, por exemplo, alguma mãe grávida em necessidade ou visitando o asilo de idosos, nos quais sempre há algumas mulheres de mais idade.

7. Realizar apostolado:

É importante transmitir esta fé às futuras gerações. Faz muito bem às crianças, adolescentes e jovens falar com eles sobre como a Virgem Maria os ama, e ensiná-los a rezar à Mãe de Deus.

8. Dar de presente objetos abençoados:

Também se recomenda dar de presente uma Medalha Milagrosa ou o Escapulário da Virgem do Carmo, abençoados por algum sacerdote;

Para que sempre que virem a imagem, lembrem-se da proximidade da Mãe de Deus e do muito que os estimava quem a deu de presente.

.


Fonte: acidigital.com
Powered By Blogger

catecristonarede

Marcadores

Valeu a informação do catecristonarede?

catecristonarede

SEGUIDORES

catecristonarede

catecristonarede

catecristonarede
~~catecismoLegal~~

catecristonarede

~~catecismoLegal~~ para todas as idades!
Aprenda com esmero e com facilidade àquilo que fará bem para sua espiritualidade!