AS MAIS POPULARES

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

ORAÇÕES: antes e após COMUNHÃO.

Oração para bem receber o Santíssimo Corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo e para agradecer pelo Pão Eucarístico recebido:


.
Antes de Comunhão:

Ó Maria, minha boa e querida Mãe, dai-me o vosso divino Filho, e dai-me também o vosso Coração maternal, para aí Lhe preparar um berço aureolado pela vossa pureza e pela vossa humildade.

Dai-me Jesus! Ele é vosso, porque encarnou no vosso seio, mas é também meu, porque nasceu por mim, viveu por mim e por mim morreu. Dai-me o vosso Filho..

.
Depois da Comunhão:

Ó Virgem Maria, recebi em meu coração o Filho de Deus, que Vós concebestes em vosso seio!

Mas quão diversas das vossas foram as minhas disposições! Vós, tão pura, tão santa, tão abrasada no amor divino; e eu, tão miserável, tão pecador, tão frio e insensível!

Ó minha boa Mãe, pedi perdão por mim, ao vosso dileto Jesus.

.
Agradecei-Lhe o amor imenso que O levou a morrer pela minha salvação e a unir-Se à minha alma neste augustíssimo Sacramento.

.
Dizei-Lhe que, apesar das minhas ingratidões, desejo e quero amá-Lo e servi-Lo em todos os dias da minha vida.

.
Mãe e refúgio dos pecadores, alcançai-me as virtudes que agradam ao Coração de vosso Filho, sobretudo a humildade, a pureza, a caridade.

.
Ó Maria, sede sempre minha Mãe, mas principalmente na hora da minha morte, para que possa cantar, no paraíso, as vossas misericórdias por toda a eternidade. Amém..
.
_____Fonte: “As mais belas orações a Nossa Senhora”. Editora Artpress.

#CateCristoNaRede
Com #LucinéaWertz

segunda-feira, 13 de agosto de 2018

VÉU: NO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

POR QUÊ?
Em algumas igrejas podemos ver um véu, ou pequena cortina, que cobre a porta do sacrário. Esse véu, denominado conopeu, está intimamente relacionado com a lâmpada do Santíssimo Sacramento.
Ambos fazem parte dos ornamentos litúrgicos e símbolos utilizados pela Igreja Católica para realçar a dignidade do augusto lugar onde se conservam as Espécies Eucarísticas, nas quais Nosso Senhor Jesus Cristo Se encontra presente em Corpo, Sangue, Alma e Divindade.
conopeu acompanhou a evolução da forma do próprio sacrário ao longo dos séculos. Nos primórdios do Cristianismo, o Santíssimo Sacramento era conservado num recipiente suspenso acima do altar e totalmente coberto por um véu. Conserva-se ainda esse costume em alguns ritos orientais da Igreja Católica.

No conopeu podemos ver uma referência ao véu do Templo de Jerusalém, que separava o Lugar Santo do Lugar Santíssimo, chamado também de Santo dos Santos, onde só podia entrar o sumo sacerdote.
Na lâmpada do Santíssimo Sacramento, um símbolo da luz que ardia continuamente no Templo, indicando aos israelitas a presença de Deus entre eles. Assim, em nossas igrejas o conopeu e a lamparina acesa assinalam a presença de Jesus Cristo vivo no tabernáculo.
Segundo as normas litúrgicas, pode-se usar em todos os dias do ano o conopeu branco, cor da Eucaristia, ou variar de acordo com a cor litúrgica do dia: verde no Tempo Comum, roxo no Advento e na Quaresma, branco nas festividades de Nossa Senhora, das virgens e dos santos não mártires, vermelho nas comemorações de Nosso Senhor Jesus Cristo e dos mártires. 

(Compartilhado da revista “Arautos do Evangelho”, nº 178, outubro de 2016)

sábado, 14 de julho de 2018

MARIA SANTÍSSIMA: esposa do Espírito Santo

Por quê?

Nossa Senhora com o Espírito Santo
Nossa Senhora com o Espírito Santo

.
Sabemos que, acima de todos os santos e anjos, 
o Divino esposo amou Maria, como acentua Suárez 
com S. Lourenço Justiniano e outros.
.
D
esde o princípio amou-a, exaltando-a em santidade sobre todas 
as criaturas, insinua Davi com as palavras: Seus alicerces estão 
sobre as montanhas santas;
.
O Senhor ama as portas de Sião mais do que a todas as tendas 
de Jacó… e o mesmo Altíssimo a fundou (Sl 86,5). 
.
Tais expressões significam que Maria foi santa desde o 
momento de sua conceição.
.
É o que parecem dizer ainda outras palavras do 
Espírito Santo, nos Provérbios: Muitas filhas 
ajuntaram riquezas, tu excede a todas (31,9).
.
Se, pois, a todas excedeu em riquezas da graça, possuiu também 
por conseguinte a justiça original, como a possuíram Adão e os anjos.
De mais a mais, nos Cânticos nós lemos:
Estão comigo um sem-número de virgens, mas uma só é a 
minha pomba, a minha perfeita (no hebraico: minha imaculada).
Achou-a por isso o anjo logo cheia de graça, mesmo antes de ser 
Mãe de Deus, e saudou-a nestes termos: Ave, cheia de graça!
.
Aos outros santos a graça é dada em parte, contudo
 a Maria foi dada em sua plenitude.
.
De modo que, observa São Tomas, a graça santificou não só 
a alma, senão também a carne de Maria, a fim de que com ela 
revestisse depois o Verbo Eterno.
Tudo isso nos levar a reconhecer, com Pedro de Celes, que Maria 
desde sua conceição foi cumulada com as riquezas da graça pelo 
Espírito Santo.
.
.
Fonte: Retirado do livro “Glórias de Maria” Santo Afonso de Ligório

sexta-feira, 15 de junho de 2018

SOFRIMENTO:

Por que Deus permite o sofrimento? 

O sofrimento de Cristo por nós.
Nosso Senhor sofreu por nós. Nunca devemos nos esquecer disso

.
Do ponto de vista natural, pode-se dizer que o sofrimento
 decorre da própria natureza do homem.

T
odo ser dotado de sensibilidade está sujeito à dor, assim como à alegria.
Quando os objetos ou as pessoas estão em harmonia com sua sensibilidade,
ela experimenta prazer;
Quando, ao contrário, ferem essa sensibilidade, ele sofre. É possível, 
portanto, sofrer sem culpa própria.
Mas a fé nos ensina que o sofrimento entrou no mundo por causa 
do pecado. Por um ato de bondade infinita e essencialmente 
gratuita, 
Deus havia preservado o homem da dor.
Criado em lugar de delícias, ele devia, se fosse fiel a Deus, passar deste
 Paraíso terrestre diretamente para o Céu, para nele gozar por toda a 
eternidade, de uma felicidade sem sombras.
O pecado de Adão, transmitido a seus descendentes, veio transtornar 
este belo plano.

Com o pecado, a dor e a morte entraram no mundo, 
não somente como uma consequência natural da 
sensibilidade, mas também como um castigo pelo 
pecado.

Era justo: pois, tendo o homem pecado por um amor desordenado ao 
prazer, para satisfazer o seu orgulho e a sua sensualidade, era bom que 
ele sofresse para expiar a sua falta, e;
Para sentir-se mais inclinado a evitar toda a transgressão, vendo 
que há uma justiça imanente e que o culpado é punido por seu
 pecado.

Assim, o sofrimento que parece ser um mal, torna-se 
um bem na ordem moral, uma reparação e um preventivo
 contra novas transgressões.

Essa ideia se torna mais clara com o grande mérito da Redenção.
Para reparar a ofensa infinita cometida contra Deus por nossos primeiros 
pais e por sua posteridade,
O Filho de Deus consente em fazer-se homem, e tornar-se o representante 
da Humanidade culpada;
Em assumir sobre si o peso de nossas iniquidades, em expiá-las 
por trinta e três anos de sofrimentos e, sobretudo, pela imolação 
no Calvário.
Assim, o sofrimento é reabilitado, enobrecido e divinizado. Já não é mais
 somente um castigo mas um ato de obediência aceito voluntária e 
generosamente por amor;
Um ato que, na pessoa de Jesus Cristo, tem um valor infinito.

Por ele, Jesus glorifica a Deus muito mais do que o pecado 
que O havia ofendido, e coloca o homem, sob vários pontos 
de vista, a um estado superior ao de Adão inocente.


Esse ato tem para nós, portanto, as mais felizes consequências. 

Associando 

nosso sofrimento aos seus, Nosso Senhor lhe confere um valor

 incomensurável.

Eles se tornam, não mais um castigo, mas uma reparação: nós 
havíamos pecado 
por desobediência e por egoísmo;
Ao sofrer com Jesus e por suas intenções, reparamos nossa 
falha por um
 ato de obediência e de amor.
Mas, além disso, utilizamos o sofrimento para progredir na santidade: 
cada dor pacientemente suportada por amor a Jesus aproxima-nos de
 Deus e aumenta 
nosso amor por Ele.
E aumenta, ao mesmo tempo, a glória que nos caberá no Céu:

Como afirma São Paulo, nossas tribulações são breves e 
fáceis de suportar, em comparação com a glória imensa e 
eterna que receberemos em recompensa!

Por isso o apóstolo se alegra em suas enfermidades e se gloria em suas 
tribulações, feliz por uni-las às do Cristo Jesus e completar assim Sua
Paixão, 
para o maior bem da Igreja e das almas.
Milhões de santos, caminhando nas pegadas do Mestre, sofreram e 
sofrem com alegria; dentre eles, muitos se ofereceram como vítimas, 
seja à Justiça divina 
para expiar suas faltas e as dos outros;
Seja ao Amor, para serem consumidos pela Divina Caridade, 
para viver e morrer como mártires e assim ter uma parte maior 
na eterna visão e no eterno amor.
.
.
Fonte: “A Divinização do Sofrimento” – Pe. Adolphe Tanquerey.
Powered By Blogger

catecristonarede

Marcadores

Valeu a informação do catecristonarede?

catecristonarede

SEGUIDORES

catecristonarede

catecristonarede

catecristonarede
~~catecismoLegal~~

catecristonarede

~~catecismoLegal~~ para todas as idades!
Aprenda com esmero e com facilidade àquilo que fará bem para sua espiritualidade!